Indutores abióticos de resistência a patógenos pós-colheita de manga.

dc.contributorSUZANA A. F. DANTAS, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICAS
dc.contributorSELMA CAVALCANTI CRUZ DE HOLANDA TAVARES, CPATSA
dc.contributorSÓNIA MARIA A. OLIVEIRA, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICAS
dc.contributorRILDO S. B. COELHO, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICAS
dc.contributorVANILDO ALBERTO L. A CAVALCANTI, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICAS
dc.contributorR0BERTO LUIZ X. SILVA., INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICAS.
dc.creatorDANTAS, S. A. F.
dc.creatorTAVARES, S. C. C. de H.
dc.creatorOLIVEIRA, S. M. A.
dc.creatorCOELHO, R. S. B.
dc.creatorCAVALCANTI, V. A. L. B.
dc.creatorSILVA, R. L. X.
dc.date2017-02-03T23:00:58Z
dc.date2017-02-03T23:00:58Z
dc.date2005-02-20
dc.date2004
dc.date2017-02-03T23:00:58Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:47:02Z
dc.descriptionA demanda crescente por alimentos livres de agrotóxicos tem levado a busca de métodos alternativos de controle de doenças pós-colheita. Dessa forma, nesse trabalho estudou-se o uso de indutores de resistência em pós-colheita de manga contra podridões causadas por Lasiodiplodia theobrarnae e Colletotrichum gloeosporioides. Frutos de rnanga na maturidade para exportação foram submetidos aos seguintes tratamentos: imersão por 2 minutos em soluções de Ecolile (4 mLlL); Agro-Mos (2 mUL); Stubble-Aid ( 0,01; 0,05; 0,1 mLlL) e pulverização de Ecolife (5 mUL). A testemunha consistiu de frutos sem tratamentos com os indutores. Vinte e quatro horas após os tratamentos os frutos foram inoculados com os patógenos, colocados em caixas de papelão e armazenados por 10 dias em câmara fria a temperatura de 22°C e 90% de umidade. As avaliações foram realizadas em intervalos de 48 horas, mensurando-se o periodo de incubação, curva de progresso das doenças, severidade e Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença - (AACPD). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 10 repetições por tratamento. O período de incubação de Lasiodiplodia e Colletotrichum foram aumentados nos tratamentos com Ecolife e Agro-Mos, constatando-se também aumento no período de incubação de Lasiodiplodia nos frutos tratados com Stubble-Aid na concentração de 0,01 mUl. As curvas de progresso das podridões nos tratamentos avaliados permaneceram baixas durante praticamente todo o período de avaliação, apresentando uma suave elevação após o quinto dia. )Todos os tratamentos analisados reduziram a severidade e AACPD, com percentuais de 75 a 98% para a podridão por Lasiodiplodia e de 64 a 84% para a podridão por Colletotrichum. Os indutores utilizados retardaram o processo de infecção das doenças, reduzindo acentuadamente as podridões pós-colheita da manga.
dc.descriptionSuplemento. R 075. Edição de Resumos do 37. Congresso Brasileiro de Fitopatologia, ago. 2004.
dc.identifierFitopatologia Brasileira, v. 29, p. 52, ago. 2004.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/155361
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/499835
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectIndutor
dc.subjectManga
dc.subjectDoença
dc.subjectPatógeno
dc.subjectPós-Colheita
dc.subjectResistência
dc.subjectMangoes
dc.titleIndutores abióticos de resistência a patógenos pós-colheita de manga.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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