Aprendizados após dez anos de vazio sanitário para o feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris) em Goiás.
| dc.contributor | MÁRIO SÉRGIO DE OLIVEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; JAQUELINE MAGALHÃES PEREIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; ELIANE DIAS QUINTELA, CNPAF. | |
| dc.creator | OLIVEIRA, M. S. de | |
| dc.creator | PEREIRA, J. M. | |
| dc.creator | QUINTELA, E. D. | |
| dc.date | 2025-04-07T14:47:51Z | |
| dc.date | 2025-04-07T14:47:51Z | |
| dc.date | 2025-04-07 | |
| dc.date | 2025 | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-01T00:11:43Z | |
| dc.description | Em 2014 foi estabelecido o vazio sanitário para o feijoeiro comum no Distrito Federal, municípios da região Noroeste de Minas Gerais e em Goiás, com o objetivo de reduzir a incidência dos vírus transmitidos pela mosca-branca (Bemisia tabaci). Em Goiás, os municípios foram separados em duas regiões, os do Sul e os do Centro/Norte. Após dez anos da implantação, a maioria dos produtores da região Centro/Norte avaliaram que a medida foi benéfica reduzindo significativamente os prejuízos ao feijão. Entretanto, os produtores da região Sul não estavam satisfeitos com a medida e muitos não respeitavam o período de vazio sanitário pois, mesmo antes da sua implantação, não tinham prejuízos ocasionados pela mosca-branca e as viroses. Diante disso, a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) sugeriu uma nova divisão dos municípios com vazio sanitário para o feijoeiro, de acordo com a área plantada com a cultura nos últimos cinco anos. O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) acatou a sugestão e, desde então, o vazio sanitário foi mantido apenas nos municípios com histórico de plantio nas três safras, seus limítrofes e nos municípios que fazem divisa com o Distrito Federal e região Noroeste de Minas Gerais (Portaria Federal n° 1.107, de 08 de maio de 2024). Para determinar se a nova divisão terá êxito, uma pesquisa foi iniciada com o monitoramento da mosca-branca e viroses associadas ao feijoeiro em Goiás. Este estudo demonstrará se há necessidade de adequações no vazio sanitário de acordo com a ocorrência da praga e viroses. | |
| dc.identifier | Caderno Pedagógico, v. 22, e15207, 2025. | |
| dc.identifier | 1983-0882 | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1174577 | |
| dc.identifier | https://doi.org/10.54033/cadpedv22n5-278 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/399429 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Goiás | |
| dc.subject | Vazio sanitário | |
| dc.subject | Fitossanidade | |
| dc.subject | Defesa agropecuária | |
| dc.subject | Controle legislativo de pragas | |
| dc.subject | Feijão | |
| dc.subject | Phaseolus Vulgaris | |
| dc.subject | Praga de Planta | |
| dc.subject | Vírus | |
| dc.subject | Mosca Branca | |
| dc.subject | Bemisia Tabaci | |
| dc.subject | Bean golden mosaic virus | |
| dc.subject | Cowpea mild mottle virus | |
| dc.title | Aprendizados após dez anos de vazio sanitário para o feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris) em Goiás. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
