Tratamentos alternativos para a prevenção da ocorrência de podridões pós-colheita em pimentas Azteco
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Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.
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Descripción
Apesar de originárias das américas, as pimentas do gênero Capsicum encontram-se hoje difundidas pelo mundo todo e também pelo Brasil, onde são pouco estudadas com relação ao seu comportamento fisiológico no período pós-colheita. Com relação a isso realizou-se uma pesquisa no Laboratório de Pós-colheita do Instituto Federal Catarinense Campus Santa Rosa do Sul, com pimentas do gênero Capsicum da cultivar Azteco da safra 2022/2023 testando tratamentos alternativos para o controle de podridões na pós-colheita. Os frutos foram mergulhados por 5 minutos em solução contendo os seguintes tratamentos: T1: testemunha (apenas água), T2: hipoclorito de sódio 0,05%, T3: dióxido de cloro (0,1%), T4: prata coloidal 300ppm, T5: Timorex Gold, T6: fungicida Iprodione. Após a aplicação dos tratamentos as pimentas foram acondicionadas em bandejas plásticas do tipo PET com tampa fechada. Análises foram realizadas aos 0, 15 e 30 dias de armazenamento a 0°C, para: perda de massa fresca (%), sólidos solúveis (°Brix), acidez titulável, relação sólidos solúveis por acidez titulável e incidência de podridões. A perda de massa fresca foi semelhante entre todos os tratamentos ao longo dos 30 dias de armazenagem, e inferior a 3%. Com relação ao teor de sólidos solúveis não foram observadas diferenças significativas entre os tratamentos ao longo dos 30 dias de armazenagem e as médias variaram entre 5,7 e 7,0 °Brix. Na acidez titulável, houve diferenças aos 15 dias de armazenamento quando as pimentas do tratamento com hipoclorito de sódio apresentaram-se com acidez maior que o tratamento com prata coloidal. A incidência de podridões foi baixa em todos os tratamentos, sem diferenças significativas, e observadas somente após 30 dias de armazenamento refrigerado, com o tratamento testemunha apresentando a maior incidência de podridões.
Palabras clave
Agrociencias
