Povos indígenas e comunidades locais.com: contratos de repartição e as relações estabelecidas pela Lei nº 13.123/2015.

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A pretexto de modernizar a Medida Provisória (MP) nº 2.186-16, de 23 de agosto de 2001, conformando a legislação brasileira com a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e o Protocolo de Nagoia, o governo brasileiro encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei (PL) nº 7.735/2014, votado em regime de urgência, que resultou na Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015. À luz das experiências vividas por povos, comunidades e agricultores tradicionais na Amazônia na última década, por meio de suas cooperativas agroextrativistas, este artigo objetiva examinar os processos no bojo dos contratos de repartição de benefícios e das relações estabelecidas entre os chamados “provedores” e “usuários”, em uma tentativa de situar os interesses econômicos em jogo. Escutas, conversas e entrevistas realizadas em distintos contextos, bem como a leitura de documentos e de artigos científicos sobre o tema, foram os procedimentos adotados.

Palabras clave

Conservação e uso sustentável da biodiversidade, Direito dos povos indígenas, Comunidades e agricultores tradicionais, Conhecimento tradicional, Conservação, Biodiversidade, Desenvolvimento Sustentável

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