Quebra das hastes em soja, nos municípios de Floresta-PR e Cambé-PR.

dc.contributorNORMAN NEUMAIER, CNPSO; MARIA CRISTINA NEVES DE OLIVEIRA, CNPSO; DIVANIA DE LIMA, CNPSO; CLAUDIA VIEIRA GODOY, CNPSO; FELIPE KIYOSHI MOROTA, COCAMAR; CLAUDIO NAKASHIMA, COCAMAR.
dc.creatorNEUMAIER, N.
dc.creatorOLIVEIRA, M. C. N. de
dc.creatorLIMA, D. de
dc.creatorGODOY, C. V.
dc.creatorMOROTA, F. K.
dc.creatorNAKASHIMA, C.
dc.date2025-10-09T10:50:16Z
dc.date2025-10-09T10:50:16Z
dc.date2025-09-22
dc.date2025
dc.date.accessioned2026-07-07T11:59:06Z
dc.descriptionA quebra de hastes em lavouras de soja tem gerado preocupação, mesmo com impacto econômico baixo. Para entender o problema, um estudo avaliou a força necessária para quebrar as hastes em 10 cultivares de soja em duas localidades, Floresta e Cambé. Foi usado um dinamômetro para medir a força máxima aplicada e a porcentagem de quebra. Os resultados mostraram que as cultivares diferem em suscetibilidade à quebra, sendo a genética o fator determinante. Houve uma correlação negativa entre a força máxima e a porcentagem de quebra, o que significa que as cultivares mais suscetíveis quebraram com menos força. O ambiente e o manejo também influenciaram, já que o percentual de quebra foi menor em Floresta do que em Cambé. Além disso, a quebra foi maior em estádios de desenvolvimento mais avançados e menor em cultivares com acamamento moderado
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE SOJA, 10., 2025, Campinas, SP. Resumos... Londrina: Embrapa Soja, 2025. p. 94. Resumo 69. (Embrapa Soja. Eventos técnicos & científicos, 6). Organização da publicação: Regina Maria Villas Bôas de Campos Leite e Fernando Augusto Henning.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179015
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/519577
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectStem breakage
dc.subjectQuebra das hastes
dc.subjectSoja
dc.subjectSoybeans
dc.titleQuebra das hastes em soja, nos municípios de Floresta-PR e Cambé-PR.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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