Quebra das hastes em soja, nos municípios de Floresta-PR e Cambé-PR.
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A quebra de hastes em lavouras de soja tem gerado preocupação, mesmo com impacto econômico baixo. Para entender o problema, um estudo avaliou a força necessária para quebrar as hastes em 10 cultivares de soja em duas localidades, Floresta e Cambé. Foi usado um dinamômetro para medir a força máxima aplicada e a porcentagem de quebra. Os resultados mostraram que as cultivares diferem em suscetibilidade à quebra, sendo a genética o fator determinante. Houve uma correlação negativa entre a força máxima e a porcentagem de quebra, o que significa que as cultivares mais suscetíveis quebraram com menos força. O ambiente e o manejo também influenciaram, já que o percentual de quebra foi menor em Floresta do que em Cambé. Além disso, a quebra foi maior em estádios de desenvolvimento mais avançados e menor em cultivares com acamamento moderado
Palabras clave
Stem breakage, Quebra das hastes, Soja, Soybeans
