Aceitabilidade de vinhos tintos finos encontrados no mercado brasileiro.

dc.contributorRAQUEL CLAVERIE DE SOUZA, UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
dc.contributorDANIELA DE GRANDI CASTRO FREITAS, CTAA
dc.contributorFERNANDA LATTARIO, PRO TESTE.
dc.creatorSOUZA, R. C. de
dc.creatorFREITAS, D. de G. C.
dc.creatorLATTARIO, F.
dc.date2013-01-30T11:11:11Z
dc.date2013-01-30T11:11:11Z
dc.date2013-01-30
dc.date2012
dc.date2016-03-01T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:08:22Z
dc.descriptionOs vinhos nacionais apresentam teores consideráveis de compostos antioxidantes e são considerados de qualidade próxima a dos vinhos importados, porém, representaram somente 24,7% do montante de aproximadamente 100 milhões de litros de vinhos finos comercializados no país em 2010. O presente estudo objetivou verificar a aceitabilidade de vinhos tintos finos nacionais e importados por consumidores da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e, identificar os fatores relevantes para essa preferência. Participaram do teste 50 consumidores selecionados por gostarem e consumirem vinhos tintos pelo menos 2 vezes nos meses de inverno. Foram avaliadas 34 amostras de vinho tinto adquiridas do mercado nacional, de origem brasileira, argentina, chilena, portuguesa, italiana e espanhola de safras variadas. As cepas foram Cabernet Sauvignon, Carmenère, Malbec, Merlot, Pinot Noir, Shiraz (Syrah), Tempranillo e Várias Uvas. A ordem de apresentação seguiu delineamento balanceado completo em nove sessões. Alíquotas de 125 mL foram servidas monadicamente em taças de vidro de 250 mL à temperatura de 18°C. Os atributos “aroma”, “sabor” e “avaliação global” foram avaliados em escala hedônica híbrida de 10 pontos, sendo 0-“desgostei extremamente”, 5-“não gostei nem desgostei” e 10-“gostei extremamente”. Os resultados foram submetidos à ANOVA (teste de Tukey) e análise de componentes principais (ACP) considerando as notas de aceitação e informações do rótulo (teor alcoólico, tipo de uva, país de origem e safra). As médias dos vinhos importados variaram entre 4,92 e 6,68 para aroma; 4,03 e 5,71 para sabor; e 4,12 e 5,86 para avaliação global; e entre 5,29 e 6,52, 4,47 e 5,57 e 4,55 e 5,87, respectivamente, para os vinhos brasileiros. Através da ACP, percebeu-se que o teor alcoólico tem forte relação com a aceitação do sabor e avaliação global, e menor relação com a aceitação do aroma. Confrontando país de origem e tipo de uva, as cepas Merlot e Tempranillo do Brasil, Cabernet Sauvignon do Chile, e várias uvas de Portugal, foram as que obtiveram maiores notas de aceitação dos consumidores. Conclui-se que o teor alcoólico e a cepa da uva influenciam a aceitação do vinho tinto, e que esta tem pouca associação com o país de origem e safra.
dc.descriptionSICTA. 21, 22, 23 nov.
dc.identifierIn: SIMPÓSIO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 4., 2012, João Pessoa. Trabalhos... João Pessoa: SBCTA-PB, 2012.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/947028
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/374908
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCepa de uva
dc.subjectGrau alcoólico
dc.subjectOrigem
dc.subjectPreferência
dc.subjectSafra
dc.subjectConsumidor
dc.titleAceitabilidade de vinhos tintos finos encontrados no mercado brasileiro.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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