O ÁCIDO SALICÍLICO EM PRÉ-COLHEITA INFLUÊNCIA O CONTROLE PÓS-COLHEITA DE Penicillium digitatum DE LARANJA ‘SALUSTIANA’?
| dc.creator | Márcia Denise Rossarolla | |
| dc.creator | Tiago Camponogara Tomazetti | |
| dc.creator | Andrio Spiller Copatti | |
| dc.creator | Aline de Melo Monteiro | |
| dc.creator | Pércio Sanchez Righi | |
| dc.creator | Lília Sichmann Heiffig-del Aguila | |
| dc.creator | Juan Saavedra del Aguila | |
| dc.date | 2012 | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T04:13:49Z | |
| dc.description | O objetivo com este trabalho foi avaliar as características pós-colheita de laranjas 'Salustiana' tratadas com ácido salicílico (AS) em pré-colheita e sua influência no controle de Penicillium digitatum. Dividiu-se um pomar de laranjeira 'Salustiana', aplicando sobre 10 plantas água destilada e sobre outras 10 plantas 2,5 mM de ácido salicílico (AS). Na sequência, especificamente, 3 dias após as aplicações dos tratamentos iniciais realizou‐se a colheita dos frutos que receberam tratamentos pós-colheita, sendo identificados como: T1: água destilada em pré e pós-colheita; T2: água destilada em pré-colheita e P. digitatum na pós-colheita; T3: 2,5 mM de AS em pré-colheita e água destilada em pós-colheita; T4: 2,5 mM de AS em pré-colheita e P. digitatum na pós-colheita.O P. digitatum foi aplicado em pós-colheita na concentração de 104 esporos mL-1. O armazenamento dos frutos foi realizado por 7 e 14 dias a 10ºC mais 3 dias em temperatura ambiente (22 ± 2ºC). As avaliações de índice de coloração do pericarpo (ICP), perda de massa fresca (PMF), sólidos solúveis totais (SS), rendimento de suco (%), acidez total titulável (AT), "ratio" -relação SS/AT e severidade da doença foram realizadas logo após a colheita e após cada período de armazenamento. Por ocasião da avaliação realizada na colheita, verificou-se nos frutos tratados com AS maiores SS e "ratio" e menor AT; já para os frutos armazenados por 14 dias (10ºC) e 14 dias (10ºC) + 3 dias (22 ± 2ºC) foram verificados maior AT para o tratamento T1 (sem AS na pré-colheita) e maiores PMF e ICP para o tratamento T2 (sem AS na pré-colheita e P. digitatum na pós-colheita). Conclui‐se que a aplicação de ácido salícilico em pré-colheita confere aumento dos sólidos solúveis nos frutos e maior tolerância ao ataque de Penicillium digitatum na pós-colheita. | |
| dc.format | application/pdf | |
| dc.identifier | 1665-0204 | |
| dc.identifier | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=81325441005 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/454722 | |
| dc.language | pt | |
| dc.publisher | Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. | |
| dc.relation | http://www.redalyc.org/revista.oa?id=813 | |
| dc.rights | Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha | |
| dc.source | Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha (México) Num.2 Vol.13 | |
| dc.subject | Agrociencias | |
| dc.title | O ÁCIDO SALICÍLICO EM PRÉ-COLHEITA INFLUÊNCIA O CONTROLE PÓS-COLHEITA DE Penicillium digitatum DE LARANJA ‘SALUSTIANA’? | |
| dc.type | artículo científico |
