Ação da plasmina sobre as caseínas equinas.

dc.contributorANTONIO SILVIO DO EGITO VASCONCELOS, CNPC.
dc.creatorEGITO, A. S. do
dc.creatorGIRARDT, J. M.
dc.creatorPOIRSON, C.
dc.creatorHUMBERT, G.
dc.creatorMICLO, L.
dc.creatorGAILLARD, J. L.
dc.date2011-11-04T00:04:11Z
dc.date2011-11-04T00:04:11Z
dc.date2004-10-14
dc.date2002
dc.date2019-09-25T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-01T00:15:44Z
dc.descriptionA criação de éguas leiteiras tem apresentado grande interesse em alguns países da Europa em decorrência da possível utilização deste leite como cosméticos, medicamentos e alimentos dietéticos. Um conhecimento mais substancial das propriedades bioquímicas do leite eqüino promoverá uma valorização dos constituintes deste leite e principalmente de suas proteínas. O objetivo deste estudo foi investigar a ação da plasmina sobre as caseínas eqüinas, durante a estocagem destas últimas em solução, e identificar os possíveis produtos de degradação obtidos pela ação da plasmina sobre a b caseína do leite de égua. Realizou-se uma hidrólise do caseinato pela plasmina (0,23 unidades de plasmina por mL de solução de caseinato a 10mg.mL-1) a 37°C e pH 8,0 durante diferentes tempos. A caseína b eqüina e, em menor grau a as1 e a k , são bons substratos para ação da plasmina. A b caseína equina é facilmente hidrolisada pela plasmina apresentando um local de preferencia de ação enzimática na posição Lys47-Ile48,produzindo caseína do tipo g de 22 kDa, similar a g caseína bovina. Estas caseínas do tipo g são degradadas pela solução de plasmina posteriormente a sua formação. A presença de peptídeos proteoses-peptonas de 20 kDa associados ao caseinato de sódio, parece ser ocasionado pela atividade da plasmina endógena existente no leite equino. No entanto, a sua formação não é evidente quando a região amino-terminal da caseína b é hidrolisada pela plasmina. A plasmina endógena parece estar fortemente associada à micela de caseína no leite eqüino, uma vez que uma atividade residual é encontrada na solução de caseinato de sódio quando incubado a 37ºC a pH 8,0, durante 24 h ou quando o caseinato de sódio é estocado a 7ºC por um período de 2 anos.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA VETERINÁRIA, 29., 2002, Gramado, RS. Saúde ambiental, animal e humana: uma questão de sobrevivência: anais. Gramado: Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, 2002. 1 CD ROM.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/530794
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/400337
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectLeite de égua
dc.subjectCaseína
dc.subjectMare milk
dc.subjectCasein
dc.titleAção da plasmina sobre as caseínas equinas.
dc.typeResumo em anais e proceedings

Archivos