AVALIAÇÃO DE DIFERENTES HÍBRIDOS SUÍNOS SUBMETIDOS À INSENSIBILIZAÇÃO ELÉTRICA E GASOSA (CO2). PARTE 2 – MENSURAÇÕES OBJETIVAS DE QUALIDADE
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Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
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Suínos provenientes de três linhagens genética (A, B e C) comercializados no Brasil, com peso vivo de 100 a 120 kg foram submetidos ao insensibilizador elétrico manual (Karl Schermer 220-230/250 volts, 45-60 Hz e 1,4-1,5A) e ao gasoso coletivo (Combi-Butina 90% CO 2 ) no mesmo abatedouro. O sistema gasoso proporcionou aos híbridos valores (b*) superiores (p ≤ 0,001) quando comparados ao sistema elétrico, assim como diferenças nos valores médios de refletância luminosa interna (Hennessy-gp4) aos 45 min. pm e 24ª h pm (p ≤ 0,05). Quando submetidos ao sistema gasoso, diferenças entre os híbridos nos valores médios de luminosidade superficial (L) 24ª h pm (p ≤ 0,0001), pH 24ª h pm ( SM ) (p ≤ 0,0001), valores (b*) 24ª h pm (p ≤ 0,05), reflectância luminosa interna aos 45 min e 24ª h ( LD ) (p ≤ 0,001) foram observadas. Utilizando-se o sistema manual elétrico verificaram-se diferenças significativas nos valores médios de refletância luminosa interna ( LD ) aos 45 min. e 24ª h pm (p ≤ 0,001), assim como nos valores médios de pH 24ª h pm ( SM ) e ( SC ) (p ≤ 0,05). Entretanto as diferenças obtidas entre os sistemas de insensibilização e híbridos estudados não foram suficientes para proporcionar diferenças significativas nos valores de capacidade de retenção de água, perda por exsudação e “umidade exprimível”.
Palabras clave
Agrociencias
