Caracterização físico-química e aceitabilidade de licores finos desenvolvidos a partir de frutos do bioma Caatinga.

dc.contributorISABELA LUCIA GOMES DE FRANÇA, INSTITUTO FEDERAL DO SERTÃO PERNAMBUCANO
dc.contributorINGLIDES GOMES DE OLIVEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
dc.contributorRENATA TORRES SANTOS E SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
dc.contributorALINE TELLES BIASOTO MARQUES, CPATSA.
dc.creatorFRANÇA, I. L. G. de
dc.creatorOLIVEIRA, I. G. de
dc.creatorSANTOS, R. R. S. e
dc.creatorBIASOTO, A. C. T.
dc.date2023-03-13T14:50:51Z
dc.date2023-03-13T14:50:51Z
dc.date2023-03-13
dc.date2022
dc.date.accessioned2026-07-07T05:57:51Z
dc.descriptionLicores são produtos de valor agregado, podendo gerar boa rentabilidade para as comunidades extrativistas do Semiárido do Nordeste. Assim, o objeti- vo deste estudo foi avaliar o perfil físico-químico e a aceitabilidade de licores finos desenvolvidos com umbu e maracujá-da-caatinga. Foram utilizados fru- tos do maracujazeiro (Passiflora cincinnata Mast.) nos estádios intermediário e maduro e do umbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) no estádio maduro. A polpa desses frutos foi misturada com água e álcool para que as bebidas atingissem teor alcoólico de 40%, permanecendo a mistura durante 15 dias em maceração a 25 ºC. Foi realizada a filtração em voile, seguida de trasfega para separação da borra, adição de xarope de sacarose a 70 ºBrix, para a obtenção de licor com 200 g/L de açúcar, e nova maceração (15 dias a 25 ºC). Na sequência, foi efetuada a clarificação com a adição de gelatina (0,2 g/L) e bentonite (0,6 g/L), nova trasfega e engarrafamento. Foram realizadas as análises de pH, acidez total e volátil, teor alcoólico, extrato seco, sólidos solúveis, açúcares totais, e coloração (sistema CIELab). Adicionalmente, 62 consumidores avaliaram a aceitação da aparência, aroma, sabor e global dos licores utilizando a escala hedônica híbrida (1=desgostei extremamen- te; 9=gostei extremamente). Os resultados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey (p≤0,05). O licor de umbu apresentou menor valor de pH, no entanto, a acidez total foi maior para os licores de maracujá-da-caatinga, des- tacando-se aquele elaborado com frutos em estádio intermediário (11,83 g/L). O extrato seco mostrou-se elevado, devido à grande quantidade de açúcar adicionado e conteúdo de álcool, destacando-se o licor de umbu (340,63 g/L). Observou-se baixa acidez volátil, mostrando a ausência de contaminação durante o processamento. Todos os licores foram aceitos pelos consumido- res, com notas≥6 (“gostei ligeiramente”). Entretanto, quando foram utilizados frutos em estádio maduro, os licores receberam médias significativamente maiores para aceitação da aparência, aroma e sabor
dc.formatp. 66.
dc.identifierIn: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 16., 2022, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2022.
dc.identifier1808-9992
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1152301
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/503472
dc.languagepor
dc.relation(Embrapa Semiárido. Documentos, 308).
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBioma caatinga
dc.subjectMaracujá da caatinga
dc.subjectPassiflora cincinnata
dc.subjectLicor fino
dc.subjectTeste de consumidor
dc.subjectProjeto Bem Diverso
dc.subjectMaracujá do mato
dc.subjectLicor
dc.subjectUmbu
dc.subjectCaatinga
dc.subjectSpondias Tuberosa
dc.subjectTecnologia de Alimento
dc.subjectMaracujá
dc.subjectSpondias
dc.subjectFood technology
dc.titleCaracterização físico-química e aceitabilidade de licores finos desenvolvidos a partir de frutos do bioma Caatinga.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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