Reação de forrageiras de verão a Helicotylenchus dihystera.

dc.contributorLUIZ GUILHERME LIDOINO DE CARVALHO, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTAS
dc.contributorMAYARA RODRIGUES DE SOUZA, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTAS
dc.contributorBRYAN OMAR CALAPIÑA TITUAÑA, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTAS
dc.contributorANDREA MITTELMANN, CNPGL
dc.contributorJERONIMO VIEIRA DE ARAUJO FILHO, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTAS.
dc.creatorCARVALHO, L. G. L. de
dc.creatorSOUZA, M. R. de
dc.creatorTITUAÑA, B. O. C.
dc.creatorMITTELMANN, A.
dc.creatorARAUJO FILHO, J. V. de
dc.date2026-01-06T16:49:08Z
dc.date2026-01-06T16:49:08Z
dc.date2026-01-06
dc.date2025
dc.date.accessioned2026-07-07T04:01:00Z
dc.descriptionA soja (Glycine max) destaca-se como uma das culturas agrícolas de maior relevância global. Em 2024, a produção mundial alcançou cerca de 395,91 milhões de toneladas em uma área de 138,52 milhões de hectares (USDA, 2024). O Brasil, especificamente, lidera essa produção, com 37,2% do total mundial, com cerca de 147,35 milhões de toneladas em 45,98 milhões de hectares e uma produtividade média de 3.205 kg/ha (CONAB, 2024). No contexto nacional, o Rio Grande do Sul ocupa a segunda posição em volume produzido. Entretanto, o estado apresenta uma das menores produtividades médias entre os principais produtores, com 2.985 kg/ha, devido a desafios como secas recorrentes, conforme apontado pela CONAB (2024). Dentre os desafios, os fitonematoides se destacam como responsáveis por perdas significativas nas culturas em geral, com estimativas de US$ 157 bilhões por ano (AFZAL; MUKHTAR, 2024). No Brasil, os fitonematoides causam prejuízos de aproximadamente de R$ 16,2 bilhões à cultura da soja, segundo MACHADO (2015). No Brasil, os grupos de maior relevância econômica são espécies de Meloidogyne, Heterodera glycines, Pratylenchus brachyurus e Rotylenchulus reniformis (DIAS et al. 2010). O fitonematoide Helicotylenchus dihystera, nos últimos anos, tornou-se preocupação emergente devido às densidades populacionais e distribuição, conforme observado por MENDES (2020) e MACHADO (2019). Diante desse cenário, estratégias de manejo tornam-se essenciais para reduzir os danos e o uso de forrageiras de verão surge como alternativa promissora. Dessa forma, objetivou-se neste estudo aferir, sob condições de casa de vegetação, a reação (resistência/suscetibilidade) de cultivares forrageiras de verão a H. dihystera.
dc.identifierIn: SEMANA INTEGRADA UFPEL, 11.; CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 34., 2025, Pelotas. Anais... Pelotas: Universidade Federal de Pelotas, 2025.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183360
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/450586
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFitonematóide
dc.subjectPlanta Forrageira
dc.titleReação de forrageiras de verão a Helicotylenchus dihystera.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

Archivos