Redução de perdas pós-colheita em tomate de mesa acondicionado em três tipos de caixas.

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Atualmente, no Brasil, a embalagem mais usada para tomate continua sendo a caixa de madeira que era usada para transportar querosene na segunda guerra mundial, há meio século, conhecida como caixa “K”. Esta embalagem possui características que favorecem as injúrias mecânicas e comprometem a durabilidade e qualidade das hortaliças, como o fato de apresentar superfície áspera, alojar patógenos, profundidade excessiva, possuir aberturas laterais cortantes. Considerando os problemas da caixa K e a necessidade de proteção do tomate, a Embrapa Hortaliças iniciou, em janeiro de 1997, pesquisa para geração de uma embalagem adequada para acondicionamento e transporte de tomate. A embalagem definitiva foi testada em relação à caixa ’K’ e caixa de plástico existente no mercado. Nos frutos de tomate foram avaliados a variação de matéria fresca, vida útil, cor, danos mecânicos, variação da firmeza, teor relativo de água e deterioração. A nova embalagem foi nomeada caixa Embrapa e apresenta menores percentagens de danos mecânicos, provavelmente a característica mais importante avaliada, reduzindo perdas pós-colheita em tomate de mesa.

Palabras clave

Caixa K, Caixa Embrapa, Caixa plastica, Brasilia, Distrito Federal, Brasil, Postharvest, Losses, Boxes, Wood box, Embrapa box, Cerrado, Embalagem, Lycopersicon Esculentum, Perda, Pós-Colheita, Tomate, Brazil, tomatoes

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