Cobertura morta na redução da evapotranspiração da palma forrageira irrigada.

dc.contributorCARLOS ANDRÉ ALVES DE SOUZA, Mestrando da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE), Serra Talhada, PE; MARCELO JOSÉ DA SILVA, Graduando da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE), Serra Talhada, PE; LUCIANA SANDRA BASTOS DE SOUZA, Professora da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE), Serra Talhada, PE; MAGNA SOELMA BESERRA DE MOURA, CPATSA; THIERES GEORGE FREIRE DA SILVA, Professor da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE), Serra Talhada, PE.
dc.creatorSOUZA, C. A. A. de
dc.creatorSILVA, M. J. da
dc.creatorSOUZA, L. S. B. de
dc.creatorMOURA, M. S. B. de
dc.creatorSILVA, T. G. F. da
dc.date2018-05-22T00:46:15Z
dc.date2018-05-22T00:46:15Z
dc.date2017-12-26
dc.date2017
dc.date2018-05-22T00:46:15Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:49:52Z
dc.descriptionObjetivou-se avaliar a redução da evapotranspiração da palma forrageira irrigada com o uso de cobertura morta, nas condições climáticas do semiárido brasileiro. O experimento foi conduzido no Instituto Agronômico de Pernambuco, em Serra Talhada, PE. O clone Orelha de Elefante Mexicana foi disposto em delineamento em blocos casualizados, sob dois sistemas de cultivo (sem e com cobertura morta, equivalente a 8,2 t ha-1 colocada no início do ciclo e sem reposição ao longo do tempo). A palma foi irrigada com base em 50% da evapotranspiração de referência (ETo), por meio de um sistema de gotejamento. A ETo foi estimada usando o método de Penman Monteith parametrizado no boletim 56 da FAO. O monitoramento da umidade do solo foi feito por meio de um sensor capacitivo com leituras a cada três dias. A evapotranspiração real da cultura (ET) foi quantificada pelo método do balanço de água no solo, em intervalos de 14 dias, para um volume de controle de 0,60 m. Não houve efeito significativo da cobertura nos valores de ET (p > 0,05), mas no sistema de cultivo com cobertura a ET foi menor 6%. A ET acumulada durante o estudo foi de 1006 mm ano-1, com média diária de 2,69 mm dia-1. Conclui-se que, a inserção de 8,2 t ha-1 de cobertura morta no início do ciclo da palma forrageira e sem reposição ao longo do tempo não promoveu redução significativa na evapotranspiração real da cultura.
dc.format1 CD-ROM.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 20; SIMPÓSIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DESERTIFICAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO, 5., 2017, Juazeiro, BA. A agrometeorologia na solução de problemas multiescala: anais. Petrolina: Embrapa Semiárido; Juazeiro: UNIVASF; Campinas: Sociedade Brasileira de Agrometeorologia, 2017.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1083517
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/500779
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSemiárido
dc.subjectPalma forrageira
dc.subjectSolo
dc.subjectProdução animal
dc.subjectEvapotranspiração
dc.subjectWater balance
dc.subjectWater management
dc.subjectSoil
dc.subjectAnimal production
dc.subjectEvapotranspiration
dc.titleCobertura morta na redução da evapotranspiração da palma forrageira irrigada.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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