Semente social: a soma do passado, presente e futuro.

dc.contributorJULIANA MULLER FREIRE, CNPAB; BARBARA FRANCA DANTAS, CPATSA; FATIMA C. M. PIÑA-RODRIGUES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS.
dc.creatorFREIRE, J. M.
dc.creatorDANTAS, B. F.
dc.creatorPIÑA-RODRIGUES, F. C. M.
dc.date2025-02-05T14:47:07Z
dc.date2025-02-05T14:47:07Z
dc.date2025-02-05
dc.date2024
dc.date.accessioned2026-07-07T06:00:05Z
dc.descriptionEstima-se que, para atender à demanda brasileira de restauração, serão necessárias de 3,6 a 15,6 toneladas de sementes florestais nativas, o que requer uma cadeia produtiva organizada. Documentos, entrevistas e artigos foram analisados com o objetivo de traçar o panorama histórico da transformação das sementes em um negócio social e sustentável. Em 1984, o Comitê Técnico de Sementes Florestais da ABRATES foi formado para disseminar estudos e pesquisas. Com seu apoio, em 1994 foi criada a 1ª geração das Redes de Sementes, com parcerias entre organizações públicas e privadas, universidades e produtores rurais e viveiristas com a missão de unir os “com sementes e os sem sementes”. Seu arranjo e a experiência adquirida serviram de base ao apoio governamental de formação da 2ª geração de redes em oito biomas. Sua missão foi a produção e disseminação de conhecimentos, capacitação, implantação de banco de dados e sites para a divulgação da produção de sementes e formulação de parâmetros técnicos e legais. Seguiu-se, a 3ª geração de redes, organizada em associações e grupos baseada na produção comunitária de sementes, na troca de conhecimento, em parcerias, organização de coletores, capacitação de pessoal e empoderamento de comunidades tradicionais e agricultores. A 4a geração surgiu a partir de demandas de grandes projetos de restauração e cumprimento de políticas públicas. A produção foi escalonada com a 5ª geração, movimento de articulação de 24 redes para a comercialização de mais de 500 ton. de sementes e que gerou desde 2020 aumento da capacidade produtiva de 30 a 60%, num movimento organizado conhecido como Redario. O arranjo comunitário e sua parceria com a comunidade científica evidencia a “semente social”, cujo valor vai além do custo de produção pois agrega os conhecimentos tradicionais e aqueles gerados pelap esquisa científica à geração de renda, valorização de grupos minoritários com capacidade de produção em escala em todo território nacional.
dc.descriptionEdição dos Resumos do 22º Congresso Brasileiro de Sementes, Foz do Iguaçu, Set. 2024.
dc.identifierInformativo Abrates, v. 30, n. 1, p. 144, Set. 2024.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1172351
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/504210
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectGeração de renda
dc.subjectValoração econômica
dc.subjectSemente social
dc.subjectRenda Familiar
dc.subjectSemente Florestal
dc.subjectFloresta Nativa
dc.subjectForests
dc.titleSemente social: a soma do passado, presente e futuro.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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