Efeito da temperatura no crescimento e capacidade parasítica de isolados de Trichoderma spp. selecionados para o controle biológico de Sclerotinia sclerotiorum.

dc.contributorMariana Fernandes, bolsista PUC-Campinas; Marcelo Augusto Boechat Morandi, Embrapa Meio Ambiente; Elen Ribeiro dos Santos, Embrapa Meio Ambiente; Lúcio Bertoldo Costa, UNIPINHAL.
dc.creatorFERNANDES, M.
dc.creatorMORANDI, M. A. B.
dc.creatorSANTOS, E. R. dos
dc.creatorCOSTA, L. B.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2008-01-16
dc.date2007
dc.date2014-04-01T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:57:05Z
dc.descriptionO mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é a doença mais destrutiva do feijoeiro nos plantios de inverno, quando os dias são mais curtos e as temperaturas mais amenas (15 a 25ºC). Além das práticas culturais que contribuem para a redução do inóculo do patógeno no solo, o uso de agentes de controle biológico têm se intensificado. Espécies de Trichoderma são recomendados com relativo sucesso para o controle da doença em diversos países. A maioria das espécies de Trichoderma desenvolve-se melhor em temperaturas superiores a 25ºC. No Brasil, produtos à base de Trichoderma são utilizados em algumas regiões produtoras que apresentam temperatura elevada no inverno, entretanto, são pouco eficientes em regiões ou épocas de temperatura mais frias. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da temperatura (15, 20, 25, 30 e 35ºC) sobre o crescimento e capacidade de parasitismo de três isolados de Trichoderma spp. (T66, T111 e T409) previamente selecionados para o controle do mofo branco. Foram avaliados o crescimento radial das colônias e a germinação de esporos em meio de cultura, além da capacidade de parasitismo sobre escleródios do patógeno no solo. A germinação de esporos e o crescimento das colônias de todos os isolados foram maiores entre 20 e 30ºC. Já a capacidade de inibição da germinação e parasitismo de escleródios foi variável entre os isolados e as temperaturas. De forma geral, nenhum dos isolados foi eficiente em parasitar os escleródios do patógeno nas temperaturas mais baixas (15 a 20ºC). Portanto, são necessárias novas avaliações na busca de isolados mais eficientes para o cultivo de outono-inverno.
dc.identifierIn: CONGRESSO INTERINSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2007, Campinas. Anais... Campinas: ITAL, 2007. 6 p.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/15590
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/475521
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectScletorinia sclerotiorum
dc.subjectControle Biológico
dc.subjectFeijão
dc.subjectMofo Branco
dc.subjectParasitismo
dc.subjectTemperatura
dc.subjectTrichoderma
dc.titleEfeito da temperatura no crescimento e capacidade parasítica de isolados de Trichoderma spp. selecionados para o controle biológico de Sclerotinia sclerotiorum.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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