Uso da prostaglandina F2α em programas de ressincronização superprecoce.
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O estudo avaliou os impactos da administração de prostaglandina F2α (PGF2α) na ressincronização de ovulação superprecoce de vacas de corte pós-parto. Vacas da raça Nelore (n=233) foram submetidas a um protocolo de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) a base de estradiol-progesterona. Quatorze dias após a primeira IATF (Dia 0 = data da IATF), as vacas receberam um novo dispositivo intravaginal de progesterona (DIP), que foi removido oito dias depois (Dia 22). No dia 22 foi realizado um diagnóstico preditivo de prenhez (DPP) pela avaliação da funcionalidade do corpo lúteo (CL) com ultrassom Doppler colorido (USDC). Vacas identificadas como não prenhas (NP) pela USDC receberam 0,5 mg de Cipionato de Estradiol e foram divididas em dois grupos para receber: 1) 1,5 mL de PGF2α (D-cloprostenol; Grupo PGF2α, n = 50) ou 2) 2 mL de NaCl 0,9% (Grupo Controle, GC, n = 47). Estas vacas foram submetidas a uma segunda IATF 48 horas depois. Não foi observada diferença (P = 0,06) na prenhez por inseminação artificial (P/IA) entre vacas tratadas com PGF2α e as vacas do GC. Os resultados deste estudo indicam que não é necessário utilizar PGF2α em protocolos de ressincronização, tornando-os mais simples e econômicos.
Palabras clave
Protocolo, Corpo Lúteo, Prenhez, Vaca, Bovino
