Análise fenética de cultivares de mandioca (Manihot esculenta Crantz) com altos teores de betacaroteno utilizando marcadores microssatélites.
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A mandioca é uma das culturas de maior consumo alimentar em todo Brasil. O país é o terceiro maior produtor mundial de mandioca, cuja produção em 2011 foi de aproximadamente 25 milhões de toneladas cultivada em 1,7 milhões de ha (FAOSTAT, 2013). No Brasil, a região Nordeste se destaca entre as demais, com produção em torno de 8 milhões de toneladas (IBGE, 2013). Além do seu uso na indústria do amido e produção de farinha, a mandioca também é apreciada como fonte de carboidratos, com grande variabilidade genéti ca para a concentração dos nutrientes em suas raízes. Dentre esses nutrientes, os carotenoides, principalmente o beta-caroteno, são especialmente importantes por servirem como precursores da vitamina A. O teor desse componente pode variar de 4 a 10 g/g de raiz fresca em algumas raízes de coloração creme/amarela pertencentes a acessos do Banco Ativo de Germoplasma de Mandioca (BAG-Mandioca) da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Portanto, o objetivo do trabalho foi avaliar a variabilidade genética entre acessos de mandioca contrastantes para coloração de raízes amarela e brancas, teores de matéria seca, produtividade e resistência a pragas por meio de marcadores SSR (Simple Sequence Repeats) para uso no melhoramento genético que visa ao desenvolvimento de raízes de mandioca com altos teores de beta-caroteno, bem como averiguar a capacidade desses marcadores de separar os genótipos em grupos com base nos teores de beta-caroteno.
Palabras clave
Mnadioca, Variação genética, Gene marcador, Genótipo, Mutação, Cassava, Genetic variation, Genetic markers, Genotype, Mutation
