EXTRATIVISMO EM SERGIPE:A VULNERABILIDADE DE UM MODO DE VIDA?

dc.creatorPEREIRA, EMANUEL OLIVEIRA
dc.creatorMOTA, DALVA MARIA da
dc.date2017-04-01T14:38:16Z
dc.date.accessioned2026-07-09T07:03:18Z
dc.descriptionEste artigo discute como as mudanças na estrutura produtiva das áreas litorâneas do Estado de Sergipe influenciam o modo de vida das populações tradicionais, cujas bases econômicas estão centradas na agricultura de subsistência, pesca artesanal, artesanato e extrativismo de produtos vegetais e animais. A valorização do solo, a especulação imobiliária e a conseqüente degradação das áreas de restinga e manguezal, advindas com as atividades turísticas, a expansão urbana e a carcinicultura, representam ameaças para essas populações e suas estratégias de reprodução social fortementes vinculadas ao meio ambiente e, por isso, vulneráveis. Ainda discute-se aqui, a necessidade da intervenção pública visando assegurar o acesso das populações tradicionais aos recursos naturais necessários à garantia da sua sobrevivência.
dc.identifierdoi:10.22004/ag.econ.148307
dc.identifierhttps://ageconsearch.umn.edu/record/148307/files/733.pdf
dc.identifierhttp://ageconsearch.umn.edu/record/148307
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/583990
dc.languageeng
dc.publisher
dc.sourcehttp://ageconsearch.umn.edu/record/148307
dc.titleEXTRATIVISMO EM SERGIPE:A VULNERABILIDADE DE UM MODO DE VIDA?
dc.typeText

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