Composição bromatológica, digestibilidade in vitro e produção de biomassa de leguminosas forrageiras lenhosas cultivadas em solo arenoso.

dc.contributorTATIANA DA COSTA MORENO GAMA, Universidade Federal da Grande Dourados
dc.contributorVALÉRIA CRISTINA PALMEIRA ZAGO, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
dc.contributorMARIA LUIZA FRANCESCHI NICODEMO, CPPSE
dc.contributorVALDEMIR ANTONIO LAURA, CNPGC
dc.contributorEDIMILSON VOLPE, AGRAER/CAMPO GRANDE
dc.contributorMARIA DAS GRAÇAS MORAIS, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
dc.creatorGAMA, T. da C. M.
dc.creatorZAGO, V. C. P.
dc.creatorNICODEMO, M. L. F.
dc.creatorLAURA, V. A.
dc.creatorVOLPE, E.
dc.creatorMORAIS, M. da G.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2009-11-17
dc.date2009
dc.date2016-05-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:18:23Z
dc.descriptionCom o objetivo de avaliar o valor nutritivo e a produtividade das leguminosas forrageiras lenhosas: Albizia lebbeck (Albízia), Cajanus cajan (Feijão-Guandu), Cratylia argentea (Cratília), Gliricidia sepium (Gliricídia) e Leucaena leucocephala (Leucena), a serem utilizadas na suplementação de bovinos como banco de proteína, conduziu-se um experimento em Neossolo Quartzarênico. O experimento foi realizado entre março de 2006 e outubro de 2007. As avaliações foram realizadas em dois períodos (chuvoso e seco), com dois cortes para cada período. Não houve diferença no acúmulo de matéria seca nos cortes do período chuvoso para as espécies estudadas. Já no período seco de avaliação, a A. lebbeck e a C. argentea foram superiores às demais leguminosas. O C. cajan não se recuperou após os corte do período chuvoso, o que resultou em um baixo acúmulo de matéria seca nos cortes do período seco. As folhas da A. lebbeck apresentaram os maiores conteúdos de proteína bruta nos dois cortes dos períodos de avaliação (210 a 212 g/kg). A digestibilidade in vitro da matéria seca nas folhas da A. lebbeck foi superior, com valores médios de 568 g/kg. A. lebbeck, Cratylia argentea e Gliricidia sepium apresentaram os maiores conteúdos para digestibilidade das hastes finas. A. lebbeck e C. argentea apresentaram acúmulo de massa seca superior às demais espécies testadas (19,3 e 24,3 t/ha, respectivamente) e ainda, os melhores valores para as características qualitativas. Essas duas últimas são as espécies mais promissoras e adaptadas para a formação de bancos de proteínas nesses tipos de solos.
dc.identifierRevista Brasileira Saúde e Produção Animal, v. 10, n. 3, p. 560-572, jul./set. 2009.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/575016
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/486727
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFolhas
dc.subjectLeguminosas forrageiras
dc.subjectHaste
dc.subjectComposição bromatológica
dc.subjectILPF
dc.subjectSolo
dc.subjectÉpoca de corte
dc.subjectProdutividade
dc.subjectValor nutritivo
dc.titleComposição bromatológica, digestibilidade in vitro e produção de biomassa de leguminosas forrageiras lenhosas cultivadas em solo arenoso.
dc.typeArtigo de periódico

Archivos