Oviposição e desenvolvimento do ácaro verde (Mononychellus tanajoa) em diferentes espécies de Manihot.
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Este trabalho relata resultados de aspectos biológicos do ácaro verde (Mononychellus tanajoa) em genótipos silvestres e domesticados de Manihot como parte de um estudo para utilização de espécies silvestres de mandioca como fonte de resistência a estresses bióticos. O estudo foi realizado em laboratório com três espécies silvestres (M. flabellifolia; M. peruviana; M. dichotoma) e duas variedades (Cigana Preta e Sacaí) da espécie domesticada (M. esculenta). Foram avaliados o desenvolvimento (ovo a adulto) e a taxa de oviposição no período de dez dias. Os períodos médios de ovo a adulto de M. tanajoa variaram de 11,30 a 11,70 dias, não diferindo significativamente. A taxa de oviposição variou de 0,70 a 2,32 ovos/fêmea/dia, com menor taxa no acesso de M. peruviana. Os genótipos silvestres proporcionaram menor fecundidade de M. tanajoa em relação a genótipos de M. esculenta (espécie cultivada), o que indica a existência de fontes de resistência em níveis mais elevados nos genótipos silvestres.
Palabras clave
Estresse biótico, Mandioca, Manihot Esculenta, Mononychellus Tanajoa, Genótipo
