Adaptabilidade e estabilidade de cultivares de mandioca (Manihot esculenta Crantz) para os rendimentos de raízes e amido em duas microrregiões produtoras no Estado de Sergipe: safra 2008/2009.

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As condições edafoclimáticas dos tabuleiros costeiros nordestinos permitem o desenvolvimento da mandioca em toda a sua extensão. Existem áreas que têm mostrado grande aptidão para o incremento da lavoura, a exemplo dos tabuleiros costeiros localizados nos municípios de Lagarto e Umbaúba, no Estado de Sergipe, onde o rendimento de raízes tuberosas tem ultrapassado o patamar de 50 ton/ha, no âmbito experimental, com % de amido oscilando entre 28% a 34% (CARVALHO et al., 2009). Atualmente, nessa região, variedades e clones de mandioca são postos a competir em vários ambientes (anos, locais, épocas de colheita). Nesse caso, a classificação relativa entre eles pode não ser coincidente, o que dificulta a identificação de materiais efetivamente superiores. Esse fato é minimizado, mediante a seleção de cultivares com maior estabilidade fenotípica (RAMALHO et al., 1993). Diversos trabalhos ressaltam a importância e a influência da interação cultivares x ambientes, principalmente, nas fases do programa que envolvem a avaliação final e a recomendação de cultivares (RAMALHO et al., 1993, CRUZ e REGAZZI, 1997 e VIDIGAL FILHO et al., 2007). O objetivo deste trabalho foi averiguar a adaptabilidade e a estabilidade de cultivares de mandioca, quanto aos rendimentos de raízes e amido, em duas microrregiões produtoras de mandioca no Estado de Sergipe, para fins de recomendação.

Palabras clave

Mandioca, Cassava

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