RESISTÊNCIA MECÂNICA DE CAULES DE CLONES DE Eucalyptus CULTIVADOS EM DIFERENTES TOPOGRAFIAS

dc.creatorSérgio Ferreira
dc.creatorJosé Tarcísio Lima
dc.creatorPaulo Fernando Trugilho
dc.creatorJosé Reinaldo Moreira da Silva
dc.creatorAntonio Marcos Rosado
dc.creatorThiago Campos Monteiro
dc.date2010
dc.date.accessioned2026-07-07T02:41:04Z
dc.descriptionEste trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o momento na ruptura das árvores e sua relação com a densidade básica, a contração volumétrica, o módulo de elasticidade em flexão estática e o módulo de ruptura. A resistência mecânica das árvores foi determinada a partir da simulação do efeito do vento sobre as mesmas, medindo-se a força necessária para produzir a quebra ou a deformação permanente. Para as árvores dos quatro clones estudados, pôde-se concluir que: i) a altura média de quebra das árvores foi igual a 2,5 m, a força de quebra média foi igual a 69,6 kgf e o módulo na ruptura médio foi igual a 464,1 kgf.cm-2; ii) a força de quebra média aumenta com a inclinação do terreno, enquanto o módulo na ruptura apresenta-se maior na encosta leve do que na encosta forte e na baixada; iii) o clone 129 apresentou, destacadamente, o mais alto momento na ruptura e iv) várias associações entre módulo na ruptura das árvores e as características da madeira foram identificadas. A associação mais evidente foi a contração volumétrica, que se relaciona inversamente com o módulo na ruptura.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier0104-7760
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74459381017
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/421418
dc.languagept
dc.publisherUniversidade Federal de Lavras
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=744
dc.rightsCERNE
dc.sourceCERNE (Brasil) Vol.16
dc.subjectAgrociencias
dc.titleRESISTÊNCIA MECÂNICA DE CAULES DE CLONES DE Eucalyptus CULTIVADOS EM DIFERENTES TOPOGRAFIAS
dc.typeartículo científico

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