Ecologia da polinização do maracujá-amarelo, na região do Vale do Submédio São Francisco.

dc.contributorKÁTIA MARIA MEDEIROS DE SIQUEIRA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
dc.contributorLUCIA HELENA PIEDADE KIILL, CPATSA
dc.contributorCELSO FEITOSA MARTINS, UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
dc.contributorIVANICE BORGES LEMOS, CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO
dc.contributorSABRINA PITOMBEIRA MONTEIRO, CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO
dc.contributorEDSÂNGELA DE ARAÚJO FEITOZA, CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO.
dc.creatorSIQUEIRA, K. M. M. de
dc.creatorKIILL, L. H. P.
dc.creatorMARTINS, C. F.
dc.creatorLEMOS, I. B.
dc.creatorMONTEIRO, S. P.
dc.creatorFEITOZA, E. de A.
dc.date2011-04-09T20:52:25Z
dc.date2011-04-09T20:52:25Z
dc.date2009-07-22
dc.date2009
dc.date2019-05-15T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:36:00Z
dc.descriptionEste estudo descreve aspectos da biologia floral e sistema reprodutivo de Passiflora edulis f. flavicarpa (Passifloraceae), incluindo os padrões de forrageio e comportamento dos visitantes florais. O estudo foi desenvolvido em cultivo irrigado no Projeto Maniçoba, em Juazeiro-BA, em 2005/2006. A antese floral ocorreu entre 12h e 13h, o fechamento da flor teve início às 18h, terminando por volta de 1h. O tempo para a deflexão dos estiletes foi de 71,4 ± 12,4 min, mas cerca de 5% das flores permaneceram com os estiletes sem curvatura. Os estigmas foram receptivos durante toda a antese, e os grãos de pólen apresentaram viabilidade de 94%. O volume de néctar foi em média de 100 μL, com 48% de concentração de açúcares. O número médio de grãos de pólen/ flor foi de 140.595 ± 34.175, e 426 ± 77 óvulos/ ovário. As maiores taxas de frutificação (74%) foram obtidas com polinização cruzada manual, confirmando a existência de sistema de autoincompatibilidade. Registraram-se 10% de flores com quatro estigmas que, quando polinizadas manualmente, apresentaram frutos maiores e com maior número de sementes (477,7 ± 76,8). Observou-se correlação positiva entre o número de sementes e o peso dos frutos. Os visitantes florais identificados foram Apis mellifera, Trigona spinipes, Xylocopa grisescens, X. frontalis e X. cearensis. As abelhas A. mellifera e T. spinipes foram pilhadores de pólen e néctar, respectivamente. As abelhas do gênero Xylocopa foram mais frequentes nas flores durante o período seco, e A. mellifera, durante o período chuvoso. Os polinizadores efetivos foram X. grisescens e X. frontalis, constatando-se uma limitação desses polinizadores nas áreas estudadas. Entretanto, eles foram mais frequentes em outras espécies vegetais no período chuvoso, indicando competição com as flores dos maracujazeiros pelos serviços de polinização.
dc.identifierRevista Brasileira de Fruticultura, v. 31, n. 1, p. 1-12, mar. 2009.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/162694
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/496161
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMaracujá-amarelo
dc.subjectBiologia floral
dc.subjectSistema reprodutivo
dc.subjectVale do São Francisco
dc.subjectXylocopa frontalis
dc.subjectXylocopa grisescens
dc.subjectPolinização
dc.subjectMaracujá
dc.subjectNatural resources
dc.subjectPollination
dc.subjectInsect pollination
dc.titleEcologia da polinização do maracujá-amarelo, na região do Vale do Submédio São Francisco.
dc.typeArtigo de periódico

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