Identificação de pontos críticos de impacto durante operações pós-colheita num packing house de manga.

dc.contributorMARCIO EDUARDO CANTO PEREIRA, CNPMF
dc.contributorMARIA AUXILIADORA COELHO DE LIMA, CPATSA
dc.contributorH. A. C. FILGUEIRAS
dc.contributorRICARDO ELESBAO ALVES, CNPAT
dc.contributorT. B. F. AMORIM, FRUITFORT AGRÍCOLA E EXPORTAÇÃO
dc.contributorF. H. DA C. ROMERO, FRUITFORT AGRÍCOLA E EXPORTAÇÃO
dc.contributorP. GONDIM, FRUITFORT AGRÍCOLA E EXPORTAÇÃO.
dc.creatorPEREIRA, M. E. C.
dc.creatorLIMA, M. A. C. de
dc.creatorFILGUEIRAS, H. A. C.
dc.creatorALVES, R. E.
dc.creatorAMORIM, T. B. F.
dc.creatorROMERO, F. H. da C.
dc.creatorGONDIM, P.
dc.date2017-04-19T23:45:12Z
dc.date2017-04-19T23:45:12Z
dc.date2004-09-15
dc.date2004
dc.date2017-04-19T23:45:12Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:47:22Z
dc.descriptionNo packing house, a movimentação dos frutos na maquinaria e por manipuladores pode provocar injúrias por impacto que afetam a aparência e o valor comercial dos frutos por culminarem em ferimentos. manchas e distúrbios internos, muitos deles não perceptíveis antes da exportação. Contudo, estas injúrias podem ser evitadas identificando-se pontos críticos e sugerindo-se adaptações. O objetivo deste estudo foi identificar pontos eríticos de impacto durante operações pós-colheita num packing house de manga, usando o equipamento eletrônico IRD (Impact Recording Device) 400. O IRD registra cada impacto em função da aceleração máxima - G, da mudança de velocidade e da duração do fenômeno. Para seu funcionamento, considerou-se a taxa de amostragem de 3.906 Hz e o limite inferior para registro do impacto de 19 G. A linha de processamento foi dividida em trechos: I. descarregamento no tanque de lavagem até subida de acesso à esteira de aplicação de detergente; 2. descida para a esteira de aplicação de detergente; 3. passagem por escovas para distribuição do detergente; 4. aspersão de água até subida para o tratamento hidro térmico; 5. saída do tratamento hidrotérmieo até a esteira de seleção; 6. saída da esteira de seleção até aplicação de cera; 7. saída da aplicação de cera até passagem pelo secador; 8. saída do secador e passagem por direcionadores para a máquina classificadora; 9. passagem e saída da classificadora; e 10. embalagem. Foram realizadas 9 repetições das determinações nos trechos de I a 4 e, para os demais, 4 repetições. Não houve diferença estatística para a duração do impacto. Os trechos 8 e 9 apresentaram os maiores valores médios de G máxima (40,4 e 42,2, respectivamente) e de mudança de velocidade (0,90 e 1,00 m S", respectivamente). O contato direto com estruturas metálicas associado à maior velocidade de movimentação do fruto favoreceram a incidência de danos por impacto nesses trechos, mas podem ser prevenidos por meio de forros e da redução da declividade.
dc.descriptionSuplemento. Edição de 1. Workshop International de Pós-Colheita de Frutas; 2. Workshop International de Pós-Colheita de Citros, Cordeirópolis, SP, Set. 2004.
dc.identifierBrazilian Journal of Plant Physiology, v. 16, p. 10, 2004.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/154474
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/499947
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPonto crítico
dc.subjectImpacto
dc.subjectPacking house
dc.subjectMango
dc.subjectManga
dc.subjectPós-Colheita
dc.titleIdentificação de pontos críticos de impacto durante operações pós-colheita num packing house de manga.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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