Manejo da adubação potássica na incidência da antracnose na cultura da soja, safra 2012/2013.
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A antracnose, causada por Colletotrichum truncatum, é uma das principais doenças da soja. O objetivo desse trabalho foi avaliar diferentes doses de adubação potássica sobre a incidência da doença, em Sorriso/MT. O delineamento experimental foi blocos ao acaso com 6 tratamentos: 1- Adubação fixa no sulco de semeadura 350 kg/ha NPK; 2- Adubação fixa no sulco de plantio + pulverização com fungicida em V9/R1 e R.4/R5.1; 3- Adubação fixa no sulco de semeadura + 1 adubação de cobertura em V2 com 150 Kg/ha de KCl; 4- Adubação fixa no sulco de semeadura + 2 adubações de cobertura com 75 Kg/ha KCl em V2 e em V9; 5- Adubação fixa no sulco de semeadura + 3 adubações foliares com 50 Kg/ha KCl em V2, V9 e em R1; e 6 - Testemunha -lavoura comercial, e 4 repetições. Cada parcela foi constituída por 8 linhas de plantio, medindo 10 m espaçadas de 0,5 m. Foram avaliados a incidência da doença nas vagens; análise de sanidade dos grãos e produtividade. Foi utilizado o teste de Tukey a 5% de significância. Na avaliação de percentagem de antracnose nas vagens, o tratamento 1 apresentou maior percentagem da doença em relação ao tratamento 6 e este não diferiu dos demais tratamentos. Na análise de sanidade de grãos, na avaliação de Colletotrichum sp, verificou-se que o tratamento 1 apresentou percentual maior do patógeno em relação aos tratamentos 2, 3, 4 e 5 e não diferiu do tratamento 6. Não houve diferença significativa em produtividade entre os tratamentos
Palabras clave
Adubação, Antracnose, Soja
