Considerações ecofisiológicas e estratégias de manejo da bananeira.
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Os processos de fotossíntese, transpiração, respiração, absorção de água, de nutrientes e o balanço hormonal da bananeira são interdependentes, influenciados pelas interações dos fatores água-solo-genótipo-atmosfera, determinam o crescimento, o desenvolvimento fenológico, a produtividade e são regulados pela interferência humana. O cultivo da bananeira no mundo abrange diferentes zonas climáticas, como trópicos úmidos, subtrópicos frios e trópicos semiáridos, ambientes com predomínio de diferentes estresses abióticos que limitam a produtividade. Contudo, independentemente do tipo climático padrão da região de cultivo, as discussões atuais remetem para o predomínio de extremos e alterações climáticas que sugerem aumentos dos estresses de seca e calor. Acredita-se o que aumento da produção de banana em regiões mais sujeitas às variações climáticas, que apresentam estresses associados como hídrico, térmico, osmótico, de vento e de radiação demanda ações de melhoramento para obtenção de cultivares tolerantes, aliada à sintonia fina nas práticas de manejo que possibilitem construir soluções com maior especificidade no âmbito local, baseadas na interação homem-genótipo-ambiente. Assim, objetiva-se com o presente texto apresentar informações sobre ecofisiologia e estratégias de manejo da bananeira, para aumentar a segurança produtiva, a sustentabilidade e a resiliência do cultivo especialmente onde há desajuste entre a ambiência e o ótimo ecológico para a espécie.
Palabras clave
Banana
