Erosão hídrica associada a algumas variáveis hidrológicas em pomar de maçã submetido a diferentes manejos do solo.

dc.contributorEDERSON GOBBI, UDESC; ILDEGARDIS BERTOL, UDESC; FABRÍCIO TONDELLO BARBOSA, UDESC; ROMEU DE SOUZA WERNER, UDESC; ROGER ROBERT RAMOS, UDESC; JORGE PAZ-FERREIRO, UNIVERSIDAD DA CORUÑA - ESPANHA; LUCIANO GEBLER, CNPUV.
dc.creatorGOBBI, E.
dc.creatorBERTOL, I.
dc.creatorBARBOSA, F. T.
dc.creatorWERNER, R. de S.
dc.creatorRAMOS, R. R.
dc.creatorPAZ-FERREIRO, J.
dc.creatorGEBLER, L.
dc.date2011-11-11T11:11:11Z
dc.date2011-11-11T11:11:11Z
dc.date2011-11-11T11:11:11Z
dc.date2011-11-11T11:11:11Z
dc.date2011-11-11
dc.date2011
dc.date2019-03-29T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T11:21:04Z
dc.descriptionO manejo do solo em cultivos perenes, como pomares, influencia a erosão hídrica. O presente estudo avaliou as perdas de solo e água sob chuva simulada em um Latossolo, em pomar de maçã, entre os meses de agosto de 2007 e abril de 2008, na estação experimental de fruticultura de clima temperado da Embrapa Uva e Vinho, em Vacaria (RS). O trabalho foi conduzido em parcelas experimentais de 3,5 x 11 m, sob chuvas com 1 h de duração e intensidade constante ao longo delas, com variação de 70 a 88 mm h-1 entre uma chuva e outra. Os sistemas de manejo estudados foram: 1) capina manual sob a copa das plantas e solo coberto com gramíneas e leguminosas no restante da área (ST); 2) aveia não dessecada, em que as sementes foram incorporadas ao solo, com capina manual em toda a área, dois meses antes do início dos testes de chuva (AN); 3) aveia dessecada quimicamente sete dias antes do início dos testes de chuva, em que as sementes foram incorporadas ao solo com enxada rotativa em toda a área, dois meses antes do início dos testes (AD); e 4) solo sem cobertura, em que a vegetação, após ter sido dessecada, foi removida da superfície do solo em toda a área com capina manual, um dia antes de iniciar os testes de chuva (SC). A forma de manejo da superfície do solo e o número de chuvas influenciaram a erosão hídrica; as perdas de solo variaram amplamente, enquanto as perdas de água apresentaram menor variação. Apesar da mobilização do solo para implantação de aveia, os tratamentos AN e AD com esse cultivo mostraram a mesma eficácia de controle da erosão em relação ao tratamento ST, em que o solo foi mobilizado apenas sob a copa das plantas. A eliminação da cobertura do solo no tratamento SC aumentou expressivamente as perdas de solo em relação aos tratamentos com cobertura; no que se refere às perdas de água, a diferença foi menor. O tempo de ocorrência do escoamento superficial influenciou a perda de solo; observou-se aumento dessa variável com o aumento do tempo de enxurrada até certo momento, a partir do qual diminuiu, independentemente do tratamento; a perda de água aumentou até certo momento e estabilizou. Houve relação inversa entre razão de perda de solo e razão de perda de água, independentemente do tipo de cobertura do solo e do sistema de manejo sob as macieiras. O modelo exponencial ajustou-se a essa relação.
dc.identifierRevista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, v. 34, n. 4, p. 1013-1024, jul./ago. 2011.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/905826
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/504898
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectChuva simulada
dc.subjectHidrograma
dc.subjectSedimentograma
dc.subjectFruticultura
dc.subjectMaçã
dc.subjectSolo
dc.subjectManejo
dc.subjectErosão
dc.subjectÁgua
dc.titleErosão hídrica associada a algumas variáveis hidrológicas em pomar de maçã submetido a diferentes manejos do solo.
dc.typeArtigo de periódico

Archivos