Estudo de diferentes espaçamentos e adubação orgânica vs mineral em alfafa.
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O experimento foi conduzido no IZ de Sertãozinho, SP, com tratamentos dispostos em DBC numa combinação em esquema fatorial 2X2 (2 espaçamentos 2 adubações) com quatro repetições e foram: plantio com espaçamento de 0,15 m entre linhas, plantio com espaçamento de 0,10 m entre linhas, Calagem e adubo mineral e calagem, fosfato natural e adubação orgânica. A área amostrada foi de 8 m2. A cada corte foram retiradas amostras de peso conhecido da forragem verde e levadas para estufa, calculando-se a produção de matéria seca por hectare. De outras amostras estimou-se a composição bromatológica (PB, FDN, MM e DIVMS). A PMS total do tratamento orgânico em espaçamento de 10 cm foi maior no início do experimento, tornando-se semelhante com os cortes subseqüentes. Também o espaçamento de 10 cm mostrou tendência (P>0,05) de superioridade na PMS, mas não significativo estatisticamente. A composição bromatológica seguiu o seguinte padrão: altos valores de PB e DIVMS das folhas com baixos valores de FDN e valores constantes de MM e padrão inverso para caule (exceto os valores de MM), independente dos tratamentos aplicados, mostrando que a alfafa cultivada em condições favoráveis dentro de certa amplitude apresenta padrão semelhante na sua composição bromatológica. Neste contexto, a adubação orgânica pode ser utilizada como alternativa no cultivo da alfafa uma vez que a produção de matéria seca total e a composição bromatológica permanecem semelhantes à adubada com fertilizante químico.
Palabras clave
Composição bromatológica, Medicago Sativa, Matéria Seca, Produção
