Conservação in vitro através do crescimento lento de Carapichea ipecacuanha (Brot) L. Andersson (ipeca).

dc.contributorTÁSSIA ALANA ALVES FERREIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; MARIA SINTIA MONTEIRO DA COSTA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; ANA CAROLINE BATISTA DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; ALEX SANTOS GUEDES, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; ANA PAULA RIBEIRO MEDEIROS, SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE DO PARÁ; ANDERSON DA SILVA COSTA, CPATU; SIMONE DE MIRANDA RODRIGUES, CPATU; OSMAR ALVES LAMEIRA, CPATU.
dc.creatorFERREIRA, T. A. A.
dc.creatorCOSTA, M. S. M. da
dc.creatorSILVA, A. C. B. da
dc.creatorGUEDES, A. S.
dc.creatorMEDEIROS, A. P. R.
dc.creatorCOSTA, A. da S.
dc.creatorRODRIGUES, S. de M.
dc.creatorLAMEIRA, O. A.
dc.date2023-12-19T13:32:41Z
dc.date2023-12-19T13:32:41Z
dc.date2023-12-19
dc.date2023
dc.date.accessioned2026-06-30T23:53:24Z
dc.descriptionA Carapichea ipecacuanha, popularmente conhecida como ipeca, é uma herbácea com propriedades emética, expectorante e amebicida, atividades farmacológicas relacionadas aos alcaloides, emetina e cefalina encontrados em suas raízes. Com o aumento do desmatamento da floresta, em regiões de ocorrência da ipeca, juntamente com o extrativismo predatório, devido as raízes da ipeca terem alto valor, ocorre a erosão genética, sendo necessário adotar estratégias de conservação desse material genético. O objetivo do presente trabalho foi desenvolver um protocolo de conservação in vitro para a ipeca, visando o crescimento lento. Os explantes de ipeca foram inoculados em meio MS em duas salas distintas. Sala 1: temperatura de 18 ± 1°C, três diferentes irradiâncias de luz LED branca: 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1. Sala 2: temperatura de 25 ± 1°C, irradiância de luz fluorescente branca fria: 25 μmol.m-2.s-1. Na temperatura de 18 ± 1°C, a sobrevivência abaixo de 50% durante os 480 dias avaliados, demonstra que a ipeca tem tolerância mediana em menores temperaturas. Na temperatura de 25 ± 1°C, a irradiância de 25 μmol.m-2.s-1 obteve porcentagem de sobrevivência de 100% até 360 dias. Na avaliação da altura, na primeira avaliação, as irradiâncias de 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1, a 18 ± 1ºC, a altura média das plântulas foi de 0,25; 0,20 e 0,19 cm, respectivamente. Não houve diferença estatística significativa entre as diferentes irradiâncias durante todo o experimento. O tratamento de 25 μmol.m-2.s-1, a 25 ± 1°C, obteve alturas médias acima dos tratamentos 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1 em todas as avaliações. Em relação ao número de brotações, em todas as avaliações, as irradiâncias de 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1 não apresentaram número de brotos significativos para a realização da análise estatística. Conclui-se que diferentes irradiâncias não alteram o crescimento, mas uma menor temperatura induziu o crescimento lento da ipeca, sendo uma estratégia eficaz para a conservação in vitro dessa espécie.
dc.descriptionNa publicação: Simone Rodrigues de Miranda.
dc.identifierRevista Observatorio de la Economia Latinoamericana, v. 21, n. 11, p. 22987-22998, 2023.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1159969
dc.identifier10.55905/oelv21n11-236
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/392610
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectEmetina
dc.subjectRecursos genéticos vegetais
dc.subjectCefalina
dc.subjectMicropropagação
dc.subjectRecurso Genético
dc.titleConservação in vitro através do crescimento lento de Carapichea ipecacuanha (Brot) L. Andersson (ipeca).
dc.typeArtigo de periódico

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