Rendimento e teor de massa seca de forragem de capim sudão.
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Com a crescente procura por alternativas sustentáveis e viáveis para compor a rotação de culturas e a integração lavoura-pecuária-loresta (ILPF), o melhoramento genético busca aperfeiçoar genótipos disponibilizando opções mais resistentes e mais produtivas para a produção de grãos e alimentação animal. Uma das espécies que tem ganhado espaço é o capim sudão (Sorghum sudanense var. sudanense), também chamado de sorgo sudanense e popularmente conhecido, no sul do Brasil, como aveia de verão, o qual é utilizado para corte, pastejo e cobertura de solo. É uma gramínea anual de verão, originária do nordeste da África; é tolerante ao pisoteio, ao pastejo e à deiciência hídrica; possui hábito ereto, é uma planta rústica com elevada capacidade de rebrota. Contribui para a conservação e o melhoramento das características físicas do solo (Ikanovic et al., 2010 apud Tavares et al., 2020; Rodrigues, 2000). O capim sudão apresenta maior velocidade de emergência quando comparado com outras forrageiras anuais de verão e permite o pastejo mais baixo (0,05 m de resteva), o que estimula o perilhamento, fazendo dessa espécie uma boa alternativa para o vazio outonal e primaveril, pois pode ser a primeira forragem a ser utilizada e suporta vários cortes. No entanto, em ensaio de decomposição de plantas para reciclagem de nutrientes, utilizando milheto, sorgo e capim sudão, Sobral et al. (2021), observaram que o capim sudão decompõe mais rápido que o milheto e o sorgo. No Brasil, ainda se tem poucos trabalhos com capim sudão, principalmente com o desenvolvimento de cultivares melhoradas. Esse trabalho teve por objetivo avaliar o rendimento de novas populações de capim sudão no norte do Rio Grande do Sul.
MISOSUL.
MISOSUL.
Palabras clave
Sorghum sudanense, Capim, Gramínea, Forragem
