Caracterização da resposta à toxina Cry1Ac em populações de Noctuídeos pragas da soja no Brasil.

dc.contributorSILVIA A. C. YANO, UFPR; FLAVIO MOSCARDI, UEL; PATRICK DOURADO, Monsanto do Brasil; RENATO A. CARVALHO, Monsanto do Brasil; SAMUEL MARTINELLI, Monsanto do Brasil; GRAHAM P. HEAD, Monsanto (EUA); GERALDO U. BERGER, Monsanto do Brasil; DANIEL RICARDO SOSA GOMEZ, CNPSO.
dc.creatorYANO, S. A. C.
dc.creatorMOSCARDI, F.
dc.creatorDOURADO, P.
dc.creatorCARVALHO, R. A.
dc.creatorMARTINELLI, S.
dc.creatorHEAD, G. P.
dc.creatorBERGER, G. U.
dc.creatorSOSA-GÓMEZ, D. R.
dc.date2012-12-12T11:11:11Z
dc.date2012-12-12T11:11:11Z
dc.date2012-12-12
dc.date2012
dc.date2012-12-13T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T11:49:59Z
dc.descriptionA soja geneticamente modificada resistente a insetos e tolerante ao glifosato (MON 87701 × MON 89788), contendo o gene Cry1Ac, tem como principais alvos as lagartas desfolhadoras Pseudoplusia includens (Walker) e Anticarsia gemmatalis Hübner (Lepidoptera: Noctuidae). Em algumas regiões, Rachiplusia nu (Guenée) também pode ser uma importante praga, como no Rio Grande do Sul e sul do Paraná. Portanto, estudos sobre a variabilidade espacial e temporal de respostas à toxina Cry1Ac de populações destas espécies são essenciais para a realização de monitoramento da suscetibilidade, contribuindo para o futuro manejo da resistência. Populações de P. includens (n= 14) e A. gemmatalis (n= 7) foram coletadas nas safras 2008/09 a 2010/11, e uma população de R. nu foi coletada em Bento Gonçalves, RS. As populações foram provenientes de regiões representativas da cultura de soja no Brasil (BA, MT, GO, SP, PR e RS). Bioensaios realizados com a toxina purificada indicaram variações na suscetibilidade de 2,5 vezes nas populações de P. includens e três vezes nas populações de A. gemmatalis. As CL50 determinadas para P. includens variaram de 0,81 a 2,01 μg.mL-1 de dieta, enquanto que para A. gemmatalis as variações foram de 0,03 a 0,09 μg.mL-1 para as populações de campo. O valor da CL50 para R. nu foi de 0,70 ?g.mL-1 de dieta. Para a população de A. gemmatalis adaptada às condições de laboratório, a CL50 foi de 0,21 μg.mL-1 de dieta, maior que os valores observados nos bioensaios com as populações de campo. Indicando menor suscetibilidade, devido provavelmente a maior adaptação à dieta ou às condições de laboratório, após 199 gerações. As espécies ordenadas de menor a maior tolerância foram A. gemmatalis, R. nu e P. includens. Os resultados obtidos permitiram o inicio dos estudos de validação para monitoramento futuro das possíveis alterações de suscetibilidade à toxina Cry1Ac. 0,70 ?g.mL-1
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENTOMOLOGIA, 24., 2012, Curitiba. SEB-40 anos de avanços da Ciência Entomológica Brasileira: anais. [Curitiba]: SEB, 2012. Disponível em: <http://www.cbe2012.com.br/_apps/anais_web/trabalhos_selecionar.php>.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/942263
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/514280
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectLagartas falsas-medideiras
dc.titleCaracterização da resposta à toxina Cry1Ac em populações de Noctuídeos pragas da soja no Brasil.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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