Perda na colheita do milho: quando a catação compensa?

dc.contributorALFREDO JOSE BARRETO LUIZ, CNPMA; IEDA DEL'ARCO SANCHES, INPE.
dc.creatorLUIZ, A. J. B.
dc.creatorSANCHES, I. D.
dc.date2016-11-16T11:11:11Z
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dc.date2016-11-16
dc.date2016
dc.date2017-03-03T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:02:38Z
dc.descriptionEstudo feito pela Faculdade de Tecnologia (FATEC) de Pompeia-SP estimou perdas na colheita mecânica do milho de alta tecnologia em até 12 sacas por hectare. A maior parte desta quantidade ocorria na forma de espigas inteiras, e não de grãos soltos. Nosso objetivo foi identificar em que situação o procedimento da catação - recuperação manual das espigas perdidas durante a colheita mecanizada - é lucrativo ou não para o produtor.
dc.identifierAgroanalysis, Rio de Janeiro, v. 36, n. 5, p. 28-29, 2016.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1056436
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/478347
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMilho
dc.subjectPerda durante a colheita
dc.subjectCorn
dc.subjectCrop losses
dc.titlePerda na colheita do milho: quando a catação compensa?
dc.typeArtigo de periódico

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