Viabilidade econômica de serrarias que processam madeira de florestas nativas o caso do município de jaru, estado de rondônia
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Universidade Federal de Lavras
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Este estudo analisou a viabilidade econômica do desdobro de toras de florestas nativas em sete serrarias no município de Jaru, estado de Rondônia. Os custos de produção e de comerci-alização, a receita bruta anual (valor de venda da madeira serrada) e a receita líquida anual (lucro) foram obtidos por serraria, para posterior comparação. Para a obtenção destes valores, considera-ram-se o rendimento do desdobro de toras estabelecido pelo IBAMA (54,28%) e o rendimento do desdobro encontrado para três serrarias selecionadas. Apenas as 15 espécies mais comercializadas na região foram consideradas. Após as análises, concluiu-se que: o rendimento médio do desdobro de toras nas serrarias do município de Jaru, RO, é igual a 49,28%, sendo, portanto, menor que o estabelecido em lei (54,28%); com o rendimento médio de 49,28% a receita anual líquida das sete serrarias é negativa, variando de -US$718.00 a -US$182,570.00; com o rendimento estabelecido em lei, quatro serrarias obterão receita anual líquida positiva e três continuarão tendo pre-juízo; as espécies mais serradas em Jaru são: ipê (30,48%), jatobá (12,15%), muiricatiara (8,63%) e cabriúva (7,00%); os valores da madeira em pé variam de US$ 5.26/m3 para garapa a US$42.11/m3 para o cedro; o valor do m3 de tora colocado na serraria varia de US$26.32 para jitó, muiricatiara e roxinho a US$105.26 para cedro e freijó
Palabras clave
Agrociencias
