Cultivo do mangostão no Brasil.
| dc.contributor | Célio Kersul do Sacramento, Universidade EstaduaL de Santa Cruz; Enio Coelho Júnior, Ceplac; JOSE EDMAR URANO DE CARVALHO, CPATU; Carlos Hans Muller, CPATU; WALNICE MARIA O DO NASCIMENTO, CPATU. | |
| dc.creator | SACRAMENTO, C. K. do | |
| dc.creator | COELHO JÚNIOR, E. | |
| dc.creator | CARVALHO, J. E. U. de | |
| dc.creator | MÜLLER, C. H. | |
| dc.creator | NASCIMENTO, W. M. O. do | |
| dc.date | 2011-04-10T11:11:11Z | |
| dc.date | 2011-04-10T11:11:11Z | |
| dc.date | 2008-01-14 | |
| dc.date | 2007 | |
| dc.date | 2018-02-02T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T23:30:23Z | |
| dc.description | O mangostão (Garcinia mangostana L.), família Clusiaceae, é considerada a fruta mais saborosa do tropico asiático. Foi introduzido no Brasil em 1935 e atualmente é cultivado principalmente nos estados do Para e Bahia, numa área estimada de 350 ha com uma produção de 300 t. O período de frutificação do mangostanzeiro varia de acordo com as condições climáticas e, no estado do Pará, o principal período de colheita estende-se de janeiro a maio e uma colheita menor ocorre em agosto e setembro. Na Bahia a safra principal é geralmente em março e abril e outra colheita acontece em agosto. Poucas pragas têm sido encontradas em pomares de mangostão e os problemas mais comuns são causados por ácaros, tripes (Thrips sp. ) e abelha arapuá (Trigona spinipes) as quais causam danos na casca do fruto dificultando a colheita. A murcha do mangostanzeiro, doença ainda não encontrada em pomares de mangostão de outros paises, tem sido observada somente em plantas adultas na região sul do estado da Bahia, mas o agente causal ainda não foi identificado. Estouro de vasos, um distúrbio fisiológico no pericarpo do fruto e polpa translúcida são comuns nos frutos em pomares brasileiros. Os frutos são colhidos manualmente, limpos, classificados e colocados em caixas de papelão com dimensões de 21x 21,5 x 6,5 cm as quais contem de 9 a 20 frutos e são vendidos principalmente em grandes centros urbanos. O mangostão apresenta média de 32,5% de polpa, 18,17% ºBrix e 1% de acidez. A casca apresenta um grupo de substancias conhecidas como xantonas as quais são utilizadas para produtos farmacêuticos. | |
| dc.identifier | Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v. 29, n. 1, p. 195-203, abr. 2007. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/386456 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/383222 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Cultivo | |
| dc.subject | Brasil | |
| dc.subject | Adubação | |
| dc.subject | Armazenamento | |
| dc.subject | Comercialização | |
| dc.subject | Colheita | |
| dc.subject | Doença de Planta | |
| dc.subject | Fruta Tropical | |
| dc.subject | Fruticultura | |
| dc.subject | Irrigação | |
| dc.subject | Mangostão | |
| dc.subject | Pomar | |
| dc.subject | Praga | |
| dc.subject | Produção Vegetal | |
| dc.subject | Poda | |
| dc.subject | Propagação Vegetativa | |
| dc.subject | Raleio | |
| dc.title | Cultivo do mangostão no Brasil. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
