EMPREGO RURAL NA FRUTICULTURA PARAIBANA NO PERÍODO 1990-2003
| dc.creator | Souza, Ana Paula Lopes de | |
| dc.creator | Cavalcanti, Guilherme de Albuquerque | |
| dc.creator | Fonseca, Marcia Batista | |
| dc.date | 2017-04-01T14:10:16Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-09T07:06:51Z | |
| dc.description | A fruticultura movimenta no Brasil um PIB de US$ 1,5 bilhão, ocupando uma área de 2,6 milhões de hectares, equivalente a 5% da área cultivada, onde são gerados 4 milhões de empregos e no estado da Paraíba caracteriza-se como uma importante alternativa na geração de emprego e renda. A literatura existente sobre a fruticultura no estado revela que há poucos estudos sobre o emprego da mão-de-obra na produção de frutas, principalmente no que diz respeito a informações estatísticas que revelem a evolução do emprego gerado pela fruticultura da Paraíba. Desta forma, a preocupação desse trabalho de pesquisa é contribuir para o preenchimento desta lacuna através da discrição da situação geral do emprego em algumas importantes fruteiras cultivadas internamente. Serão utilizadas como referencial de estudo as frutas de maior importância para a economia paraibana entre 1990 e 2003, quais sejam: abacaxi, banana, coco-da-baía, laranja, mamão e manga. O objetivo deste estudo é estimar o número de empregos gerado na produção de frutas na Paraíba, destacando sua evolução recente e a justificativa para este estudo encontra-se no fato de que este esforço de pesquisa contribui para conhecer aspectos do emprego na fruticultura do Estado. A estimação é feita com base em dados secundários junto ao IBGE e ao BNB. O marco teórico tem como referencial de estudo teorias que versem sobre o mercado de trabalho. Os resultados indicam que dentre as frutas estudadas a maior demanda de empregos/ano encontra-se nas lavouras de banana, coco-da-baía e abacaxi, respectivamente, em função de possuírem uma área colhida relativamente elevada. Percebe-se ainda que fatores sazonais, como a seca e institucionais, como a cobrança do ICMS provocam redução no nível de emprego. Conclui-se que a fruticultura paraibana foi responsável, em média, entre 1990-2003, pela geração de 66.099 empregos/ano, revelandose como uma atividade de grande importância social e econômica para o Estado. | |
| dc.identifier | doi:10.22004/ag.econ.149231 | |
| dc.identifier | https://ageconsearch.umn.edu/record/149231/files/1070.pdf | |
| dc.identifier | http://ageconsearch.umn.edu/record/149231 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/584638 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | ||
| dc.source | http://ageconsearch.umn.edu/record/149231 | |
| dc.title | EMPREGO RURAL NA FRUTICULTURA PARAIBANA NO PERÍODO 1990-2003 | |
| dc.type | Text |
