Produção de massa fresca e seca por mudas de videiras BRS Vitória em dois.
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A região do Submédio do Vale do São do Francisco caracteriza-se pela pro- dução de uvas de mesa em condições semiáridas tropicais, destacando-se como a segunda maior região produtora do país, respondendo por 97% das exportações brasileiras. Com o aumento da capacidade de implantação e de produção na região, o uso eficiente dos fertilizantes, torna-se cada vez mais importante para a sustentabilidade da viticultura, devido à elevação do custo desses insumos. A capacidade de absorção de nutrientes é influenciada pelo desenvolvimento e distribuição do sistema radicular e vigor dos porta-enxertos associados às demais características genéticas do cultivar copa, que influen- ciam a produção de matéria seca. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a produção de massa fresca e seca durante a fase de formação de videiras cultivadas sob irrigação em condições semiáridas. Mudas de videi- ras ‘BRS Vitória’ foram enxertadas sobre os porta-enxertos SO4 e Paulsen 1103 e plantadas em recipientes com capacidade de 50 dm3. A aplicação de corretivos, fertilizantes e defensivos agrícolas foi realizada de acordo com a demanda da cultura. Aos 45 dias após o plantio as plantas foram secciona- das em folhas e haste, pesadas e colocadas em estufa de secagem a 60 ºC para obtenção da biomassa fresca e seca. Os resultados obtidos indicam que plantas do porta-enxerto SO4 apresentaram maiores médias para massa fresca e seca da parte aérea, equivalente a 40,6 g e 11,5 g, respectivamente, enquanto o porta enxerto Paulsen 1103 apresentou menores valores para estes atributos, de 37,3 g e 9,6 g, respectivamente.
Palabras clave
Vale do São do Francisco, Acúmulo de nutrientes, BRS Vitoria, Produção de massa fresca, Produção de massa seca, Uva, Porta Enxerto, Muda, Irrigação, Grapes
