Efeito da adubação fosfatada sobre os teores foliares de p e produtividade do algodoeiro no Semi-Árido Nordestino.

dc.contributorZIANY NEIVA BRANDAO, CNPA; VALDINEI SOFIATTI, CNPA; ROSIANE DE LOURDES SILVA DE LIMA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA; GILVAN BARBOSA FERREIRA, CNPA; JOSE DA CUNHA MEDEIROS, CNPA; BERNARDO BARBOSA DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE; NAPOLEAO ESBERARD DE MACEDO BELTRAO, CNPA.
dc.creatorBRANDAO, Z. N.
dc.creatorSOFIATTI, V.
dc.creatorLIMA, R. de L. S. de
dc.creatorFERREIRA, G. B.
dc.creatorMEDEIROS, J. da C.
dc.creatorSILVA, B. B. da
dc.creatorBELTRAO, N. E. de M.
dc.date2026-06-12T22:23:11Z
dc.date2026-06-12T22:23:11Z
dc.date2009-09-30
dc.date2009
dc.date.accessioned2026-06-30T23:17:12Z
dc.descriptionO algodoeiro é altamente responsivo a adubação fosfatada e sua deficiência provoca crescimento lento, redução no vigor das raízes, no crescimento vegetativo e na quantidade de sementes e na qualidade das fibras produzidas. Os solos do Nordeste, em geral, são deficientes em fósforo e nitrogênio, apesar de ter melhores teores disponíveis em bases trocáveis. Neste contexto, o presente estudo objetivou avaliar o efeito da adubação fosfatada na produtividade do algodoeiro no semi-árido nordestino, utilizando-se o cultivar BRS 187 8H. Adotou-se delineamento em blocos casualizados com 3 repetições com quatro doses de fósforo (0; 120; 240 e 360 kg ha-1). As avaliações foram feitas em quatro estádios fenológicos, desde a formação dos botões florais até a maturação completa. Em cada estádio foi determinado o teor foliar de fósforo e por ocasião da colheita determinou-se a produtividade. A adubação fosfatada proporcionou aumento na produção de algodão em caroço até a dose de 329 kg ha-1 com produtividade de aproximadamente 3.669,31 kg ha-1. A dose de máxima eficiência econômica foi de 247 kg ha-1, para obtenção de 3.581 kg ha-1 de algodão em caroço. Os teores foliares de P acompanharam a produção, com índice de correlação, variando de 0,85 a 0,99, onde o período igual (ou superior) a 60 DAE foi mais apropriado para acompanhamento do estado nutricional da planta. Os teores de P adequados para obtenção de altas produtividades variaram de 2,71-2,72, 2,08-2,16, 2,18-2,20 e 2,24-2,25 g kg-1 determinados, respectivamente, aos 40, 60, 80 e 100 dias após a emergência. Houve redução nos teores foliares de P até o florescimento, tendendo a se recuperar após o enchimento das maçãs, porém em níveis menores que os alcançados anteriormente.
dc.format1 CD-ROM
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009.
dc.identifier2175-2311
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/512846
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/378261
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectDoses de fósforo
dc.subjectAlgodoeiro irrigado
dc.subjectEstado Nutricional
dc.subjectGossypium Hirsutum
dc.subjectAdubação Foliar
dc.titleEfeito da adubação fosfatada sobre os teores foliares de p e produtividade do algodoeiro no Semi-Árido Nordestino.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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