Avaliação do método de Penman Monteith FAO 56 com dados faltosos e de métodos alternativos na estimativa da evapotranspiração de referência no Submédio Vale do São Francisco.

dc.contributorJOSÉ EDSON FLORENTINO DE MORAIS, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO
dc.contributorTHIERES GEORGE FREIRE DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO
dc.contributorLUCIANA SANDRA BASTOS DE SOUZA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO
dc.contributorMAGNA SOELMA BESERRA DE MOURA, CPATSA
dc.contributorWELLINGTON JAIRO DA SILVA DINIZ, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO
dc.contributorCARLOS ANDRÉ ALVES DE SOUZA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO.
dc.creatorMORAIS, J. E. F. de
dc.creatorSILVA, T. G. F. da
dc.creatorSOUZA, L. S. B. de
dc.creatorMOURA, M. S. B. de
dc.creatorDINIZ, W. J. da S.
dc.creatorSOUZA, C. A. A. de
dc.date2016-05-11T11:11:11Z
dc.date2016-05-11T11:11:11Z
dc.date2016-05-11
dc.date2015
dc.date2017-01-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:45:52Z
dc.descriptionObjetivou-se avaliar o desempenho do método Penman Monteith parametrizado no boletim 56 da FAO (PM-FAO56) com ausência de dados, e de métodos alternativos para a estimativa da evapotranspiração de referência no Submédio Vale do São Francisco. Foram utilizadas as variáveis meteorológicas do período de março de 2003 a abril de 2008, de cinco estações automáticas pertencentes à rede da Embrapa Semiárido. Na avaliação desse método foram consideradas diferentes combinações quanto à ausência de medição de variáveis meteorológicas (saldo de radiação, radiação solar global, temperatura e umidade relativa do ar, e velocidade do vento), e os métodos alternativos de Hargreaves e Samani, Jensen e Haise e Makkink. O desempenho foi analisado por meio de índices e erros estatísticos. Os resultados revelaram que o método PM-FAO56 possui boas estimativas dos valores de ETo quando a ausência de dados se limita às variáveis de umidade relativa do ar, para a estimativa da pressão parcial do vapor d?água, e, ou, da velocidade do vento, logo que a raiz quadrada do quadrado do erro médio foi inferior a 0,65 mm dia-1, quando não há os dados dessas duas variáveis ao mesmo tempo. A estimativa dos valores de saldo de radiação apesar da boa precisão e exatidão na maioria das estações meteorológicas (r2 > 0,93 e coeficiente angular da reta < 1,19) eleva o erro de cálculo da ETo na região. Os métodos alternativos de Hargreaves e Samani, Jensen e Haise e Makkink não se mostraram satisfatórios na estimativa da ETo no Submédio do Vale São Francisco, em decorrência dos elevados erros (RMSE > 1,04 mm dia -1)
dc.identifierRevista Brasileira de Geografia Física, v. 8, n. 6, p. 1644-1660, 2015.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1044791
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/499452
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectDados meteorológicos
dc.subjectManejo de irrigação
dc.subjectSemiárido
dc.subjectVale do São Francisco
dc.subjectClimatic
dc.subjectEvapotranspiração
dc.subjectClima
dc.subjectIrrigation management
dc.titleAvaliação do método de Penman Monteith FAO 56 com dados faltosos e de métodos alternativos na estimativa da evapotranspiração de referência no Submédio Vale do São Francisco.
dc.typeArtigo de periódico

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