Viabilidade agroeconômica de rotação de culturas e manejo do solo em áreas irrigadas por aspersão.

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No sistema plantio direto, a rotação de culturas é requisito imprescindível. Entretanto, ainda existem questionamentos sobre a economicidade do sistema, principalmente em áreas agrícolas irrigadas. O objetivo deste trabalho foi determinar o efeito de rotações de culturas e manejo do solo na produtividade de grãos de milho e feijoeiro comum e no rendimento econômico do sistema. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em parcelas divididas, com seis repetições. Os tratamentos incluíram três sistemas de manejo do solo (parcelas): P1 = plantio direto no verão seguido anualmente de um preparo com arado no inverno; P2 = plantio direto seguido bienalmente de um preparo com arado no inverno; P3 = plantio direto contínuo; incluíram-se, também, três rotações de culturas (subparcelas): R1 = Milho/feijão/milho/feijão; R2 = Milheto/feijão/milho/feijão; R3 = Soja/feijão/milho/feijão. No final da rotação, repetiram-se as mesmas rotações na mesma área, havendo, portanto, dois ciclos de rotação. O sistema plantio direto proporcionou a menor produtividade de grãos para as culturas do milho e do feijoeiro comum. O milheto proporciona a maior produtividade de grãos do feijoeiro comum no Sistema Plantio Direto. Todas as rotações testadas proporcionam rendimento econômico positivo, ou seja, são economicamente viáveis. Dentre as opções testadas, a rotação de culturas milheto/feijoeiro comum/milho/feijoeiro comum, no Sistema Plantio Direto, é a que proporciona maior rentabilidade econômica.

Palabras clave

Plantio direto, Manejo do solo, Rotação de cultura, Irrigação por aspersão, Feijão, Phaseolus vulgaris, Milho

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