Comportamento de progênies de B. ruziziensis na presença de alumínio tóxico.
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Apesar de ser a única espécie cultivada no Brasil que apresenta reprodução sexuada e número diplóide de cromossomos, pouco se conhece sobre o melhoramento genético da Brachiaria ruziziensis. As metodologias de avaliação de estresses abióticos realizadas em casa de vegetação normalmente apresentam alta correlação com as condições de campo e viabilizam análise de maior número de materiais em curto período de tempo. O objetivo foi verificar a existência de variabilidade genética entre progênies de B. ruziziensis para a tolerância ao Al, em solução nutritiva. O experimento foi conduzido em casa-de-vegetação na Embrapa Gado de Leite, situada em Juiz de Fora, Minas Gerais. Foram avaliadas 71 progênies de B. ruziziensis, em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições e parcelas de 6 plantas. Cerca de 25 dias após a germinação as plântulas foram retiradas do substrato de germinação, tiveram a raízes lavadas e foram transferidas para pastas tipo arquivo, contendo papel de filtro umedecido com solução nutritiva de Clark, mais alumínio (30 ppm). Quinze dias após a instalação do experimento foi realizada a avaliação com mensuração do comprimento das partes aéreas (CPA) e de raízes (CR) das plantas e a relação entre elas (CPA/CR). Observaram-se diferenças significativas entre os tratamentos para todas as características avaliadas (Tabela 1), indicando haver variabilidade entre as progênies de meio-irmãos de Brachiaria ruziziensis para a tolerância ao alumínio.
Palabras clave
Estresse abiótico, Alimentação animal, Planta Forrageira, Forragem
