Sensoriamento remoto orbital.

dc.contributorMARKUS GASTAUER; RAFAEL WALTER ALBUQUERQUE; CARLOS HENRIQUE GROHMANN; LUIZ EDUARDO VICENTE, CNPMA; LUIS OLIVEIRA JUNIOR.
dc.creatorGASTAUER, M.
dc.creatorALBUQUERQUE, R. W.
dc.creatorGROHMANN, C. H.
dc.creatorVICENTE, L. E.
dc.creatorOLIVEIRA JUNIOR, L.
dc.date2025-07-08T14:48:00Z
dc.date2025-07-08T14:48:00Z
dc.date2025-07-08
dc.date2024
dc.date.accessioned2026-07-07T05:10:42Z
dc.descriptionResumo: O sensoriamento remoto orbital utiliza satélites com sensores ativos (como RADAR e LIDAR, que emitem e captam radiação) e passivos (que dependem da luz solar, como os ópticos) para monitorar a superfície terrestre. Sensores ópticos fornecem informações para meteorologia e monitoramento da atmosfera, oceanos e superfície terrestre, com diferentes resoluções espaciais, radiométricas, espectrais e temporais. A plataforma MapBiomas usa séries temporais de imagens de satélite, como Landsat, para mapear a cobertura do solo no Brasil desde 1985, com foco na vegetação secundária. O Google Earth Engine (GEE) é uma ferramenta gratuita que oferece acesso a um vasto banco de dados de imagens de satélite e capacidade de processamento para diversas aplicações4444. O uso desses dados auxilia na tomada de decisões em projetos de restauração de ecossistemas, apesar de algumas limitações em escala local devido à resolução dos sensores.
dc.formatp. 74-88.
dc.identifierIn: PROTOCOLO de monitoramento da restauração da Mata Atlântica e da Amazônia via sensoriamento remoto. Brasília, DF: The Nature Conservancy do Brasil, 2024.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1177154
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/483048
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSensoriamento Remoto
dc.subjectRemote sensing
dc.titleSensoriamento remoto orbital.
dc.typeParte de livro

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