Influência topoedafoclimática na produção primária bruta no Semiárido.

dc.contributorAldenice Correia Lacerda; Josiclêda Domiciano Galvincio; Ygor Cristiano Brito Morais; Rejane Magalhaes de Mendonça Pimentel; MAGNA SOELMA BESERRA DE MOURA, CPATSA.
dc.creatorLACERDA, A. C.
dc.creatorGALVINCIO, J. D.
dc.creatorMORAIS, Y. C. B.
dc.creatorPIMENTEL, R. M. de M.
dc.creatorMOURA, M. S. B. de
dc.date2021-02-18T12:20:21Z
dc.date2021-02-18T12:20:21Z
dc.date2021-02-18
dc.date2020
dc.date.accessioned2026-07-07T05:56:23Z
dc.descriptionO relevo influencia a precipitação, a produção de biomassa e a produção primária bruta (Gross Primary Production-GPP). Em ecossistemas secos qualquer variação GPP tem importância cientifica uma vez que são ecossistemas bastante vulneráveis devido a alta variabilidade espacial e temporaldo clima. Além disso, avaliar a relação entre o relevo e GPP em ecossistemas secos se torna mais fácil por existir um período bem definido com zero de precipitação. O estudo objetivou avaliar a influência do relevo, da altitude, da precipitação e do solo na Gross Primary Production-GPP no Bioma Caatinga. Foram utilizados os produtos MOD17 (GPP), sensor MODIS do satélite Terra e dados de precipitação para os anos de 2015 e 2016, com a aplicação de estatísticas descritivas e multivariadas para identificar correlações e similaridades entre áreas e amostras.Ocorreu grande variação espacial e temporal da GPP em áreas de Caatinga, devido ao relevo, clima e solo. A quantificação da GPP nas áreas de maiores altitudes apresentou médias de 46,87 e 55,84 gC m2 e menores valores de GPP, de 2,49 e 3,75 gC m-2 , em 2015 e 2016, respectivamente. Nas áreas planas, as maiores médias foram 46,03 e 55,84 gC m-2 e as menores 3,75 e 2,49 gC m-², em 2015 e 2016, respectivamente.Ocorreu uma diferença de quase 40% para os menores valores de GPP, quando comparados aosrelativos às áreas mais altas e mais baixas. Foi possível avaliar a influência do relevo na GPP devido existir um período seco bem definido e de precipitação zero. Os anos de maiores precipita ção têm forte influência nos menores valores de GPP das áreas planas. Assim, no período chuvoso é mais difícil identificar a influência de outros fatores, que não sejam a precipitação, na GPP. Esses resultados são de grande importância para mitigar ou avaliar os efeitos das mudanças climáticas sobre os ecossistemas secos
dc.identifierRevista Brasileira de Geografia Física, v. 13, n. 6, p. 3119-3135, 2020.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1130057
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/502985
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectProdução primária bruta
dc.subjectSensor MODIS
dc.subjectBioma Caatinga
dc.subjectSensoriamento Remoto
dc.subjectSolo
dc.subjectRelevo
dc.subjectEcossistema
dc.subjectMudança Climática
dc.subjectRemote sensing
dc.titleInfluência topoedafoclimática na produção primária bruta no Semiárido.
dc.typeArtigo de periódico

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