Avaliação preliminar de porta-enxertos híbridos em combinação com copas de laranjeira Valência.
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Líder mundial, a citricultura brasileira apresenta expressivo valor de produção e considerável geração de empregos diretos e indiretos. Seus pomares somam cerca de 270 milhões de plantas, distribuídos por todo o País, em área superior a 900 mil ha [1]. O predomínio do limoeiro Cravo (Citrus limonia Osbeck) como porta-enxerto, entretanto, torna nossa citricultura extremamente vulnerável. Em setembro de 1988 a Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical deu início a um programa de melhoramento genético (PMG Citros) dirigido à obtenção de porta-enxertos híbridos adaptados, especialmente, a ambientes adversos, relativamente a fatores bióticos, e a altas densidades populacionais [2]. Este trabalho traz informações, preliminares, relativas ao comportamento de porta-enxertos híbridos gerados pelo PMG Citros, em combinação com laranjeira Valência [C. sintensis (L.) Osbeck], variedade-copa de maior destaque na citricultura mundial, cujos plantios têm apresentado significativo crescimento notadamente no Estado de São Paulo [3], principal produtor brasileiro de citros.
Palabras clave
Fruta Cítrica, Melhoramento Genético Vegetal
