Ajuste de relação hipsométrica para espécies da Floresta Amazônica.

dc.contributorAndré Felipe Hess, UDESC; EVALDO MUNOZ BRAZ, CNPF; Fábio Thaines, Tecman Ltda; PATRICIA POVOA DE MATTOS, CNPF.
dc.creatorHESS, A. F.
dc.creatorBRAZ, E. M.
dc.creatorTHAINES, F.
dc.creatorMATTOS, P. P. de
dc.date2014-07-03T11:11:11Z
dc.date2014-07-03T11:11:11Z
dc.date2014-07-03
dc.date2014
dc.date2014-07-04T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T03:24:25Z
dc.descriptionO presente trabalho teve como objetivo testar e selecionar modelos para ajuste da relação hipsométrica. Os dados foram obtidos de floresta nativa situada no município de Lábrea, no estado do Amazonas, com área de 6.000 hectares, inserida no Projeto de Manejo Florestal Seringal Iracema II. Foram testados dez modelos, incluindo polinômios, modelos de potência, logarítmicos, hiperbólicos, aritméticos e não lineares. Os não lineares foram ajustados pelo método de Gauss. Utilizaram-se como critério de seleção do ajuste dos modelos os parâmetros estatísticos do coeficiente de determinação ajustado (R²aj.), o erro padrão da estimativa (Syx%), o coeficiente de variação (CV%), o valor de F e a análise gráfica dos resíduos. As melhores estatísticas foram para os modelos não lineares com R²aj. de 0,97 e erro padrão de 13,1% e o modelo hiperbólico com R²aj. 0,90 e erro padrão de 6,02%, devido a sua fundamentação biológica, demonstrando superioridade destes modelos contra os modelos lineares.
dc.identifierAmbiência, Guarapuava, v. 10, n. 1, p. 21-29, jan./abr. 2014.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/989738
dc.identifier10.5935/ambiencia.2014.01.02
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/433018
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectManejo sustentável
dc.subjectModelo hipsométrico
dc.subjectFloresta Amazônica
dc.subjectFloresta Nativa
dc.subjectInventário Florestal
dc.titleAjuste de relação hipsométrica para espécies da Floresta Amazônica.
dc.typeArtigo de periódico

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