Uma perspectiva decolonial na abordagem da construção da resistência e mobilização das comunidades de Juruti Velho em face do advento da Alcoa em seu território, estado do Pará, Amazônia, Brasil.

dc.contributorLINDOMAR DE JESUS DE SOUSA SILVA, CPAA; MAURÍLIO DE ABREU MONTEIRO; LÍLIAN REGINA FURTADO BRAGA; TÂNIA NAZARENA DE OLIVEIRA MIRANDA.
dc.creatorSILVA, L. de J. de S.
dc.creatorMONTEIRO, M. de A.
dc.creatorBRAGA, L. R. F.
dc.creatorMIRANDA, T. N. de O.
dc.date2021-05-27T16:00:53Z
dc.date2021-05-27T16:00:53Z
dc.date2021-05-27
dc.date2020
dc.date.accessioned2026-06-30T23:26:55Z
dc.descriptionO presente artigo foi baseado em pesquisa de campo e foca nos processos que conduziram essas comunidades a obterem da empresa e do Estado o reconhecimento da sua tradicionalidade e dos seus direitos territoriais, passando a participar dos resultados da lavra com autonomia, da gestão dos recursos recebidos pela sua própria entidade e da titulação coletiva do PAE Juruti Velho, com o repasse pelo Incra do Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CCDRU).
dc.identifierNova Revista Amazônica, v. 8, n. 3, p. 167-187, dez. 2020.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1132064
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/382154
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectComunidade
dc.titleUma perspectiva decolonial na abordagem da construção da resistência e mobilização das comunidades de Juruti Velho em face do advento da Alcoa em seu território, estado do Pará, Amazônia, Brasil.
dc.typeArtigo de periódico

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