Tratamentos silviculturais e volume de madeira em uma área experimental de floresta nativa na Jari, Amapá.

dc.contributorKLEWTON ADRIANO OLIVEIRA PINHEIRO, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ
dc.contributorADEMIR ROBERTO RUSCHEL, CPATU
dc.contributorFRANCISCO DE ASSIS OLIVEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA
dc.contributorFRANCIMARY DA SILVA CARNEIRO
dc.contributorLARISSA MARTINS BARBOSA D'ARACE
dc.contributorFELIX LÉLIS DA SILVA, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ
dc.contributorALEX DA SILVA FRAZÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA.
dc.creatorPINHEIRO, K. A. O.
dc.creatorRUSCHEL, A. R.
dc.creatorOLIVEIRA, F. de A.
dc.creatorCARNEIRO, F. da S.
dc.creatorD'ARACE, L. M. B.
dc.creatorSILVA, F. L. da
dc.creatorFRAZÃO, A. da S.
dc.date2020-10-06T09:12:30Z
dc.date2020-10-06T09:12:30Z
dc.date2020-10-05
dc.date2019
dc.date.accessioned2026-06-30T23:49:32Z
dc.descriptionA necessidade de aplicar tratamentos silviculturais e a falta de estudos baseados na ecologia das comunidades tem motivado os pesquisadores a desenvolverem novas técnicas a um custo mais baixo e com melhores resultados. O objetivo do trabalho é analisar o efeito dos tratamentos silviculturais sobre a dinâmica volumétrica de espécies arbóreas comerciais e não comerciais após a exploração florestal em uma área experimental da Embrapa Amazônia Oriental no município de Vitória do Jari, Amapá. O experimento foi iniciado em 1983 com inventário pré-exploratório. As médias das classes de volumes foram comparadas através do teste Tukey ao nível de 5% de probabilidade. Em 20 anos de estudo, verificou-se que não houve diferença significativa entre as médias e comparando 1984 com 2011 o volume aumentou em 1,2% ultrapassando o volume inicial. A floresta recuperou o volume total em menos de um ciclo de corte de 35 anos, entretanto, o baixo número de espécies comerciais exploradas, que não conseguem recuperar o volume comercial e área basal, atreladas ao baixo rendimento no seu processamento na indústria, faz com que essas espécies demorem mais tempo para serem exploradas elevando o ciclo de corte para acima de 35 anos. Espécies valiosas no mercado com baixa abundância e crescimento lento podem desaparecer em um futuro próximo se não receberem uma atenção maior nos planos de manejo florestal. Portanto, devem-se estabelecer ciclos de corte adequados para cada espécie florestal.
dc.identifierRevista Ibero Americana de Ciências Ambientais, v. 10, n. 6, p. 50-66, 2019.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1125268
dc.identifierhttp://doi.org/10.6008/CBPC2179-6858.2019.006.0006
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/391187
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMadeira
dc.subjectVolume
dc.subjectFloresta Nativa
dc.subjectÁrea Basal
dc.subjectRedução
dc.titleTratamentos silviculturais e volume de madeira em uma área experimental de floresta nativa na Jari, Amapá.
dc.typeArtigo de periódico

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