POBREZA RURAL NO BRASIL: DIFERENTES ABORDAGENS GERAM RESULTADOS DIFERENTES?
| dc.creator | Mattos, Ely Jose | |
| dc.creator | Waquil, Paulo Dabdab | |
| dc.date | 2017-04-01T20:00:46Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-09T06:55:58Z | |
| dc.description | A pobreza, segundo o Banco Mundial, afeta quase a metade dos 6 bilhões de habitantes do planeta. Apesar de apresentar uma realidade distinta daquela de vários países africanos ou asiáticos, o Brasil também convive com indicadores de pobreza elevados. Estes indicadores, por sua vez, são fundamentados em uma abordagem monetária, onde a renda é o principal critério para classificação dos indivíduos como pobres ou não-pobres. Todavia, mesmo utilizando uma metodologia de mensuração já consolidada no meio acadêmico (e político), uma pergunta parece persistir: o que é, de fato, ser pobre? O que propomos neste artigo é traçar um comparativo entre a abordagem tradicional (monetária) e uma abordagem multidimensional, a Abordagem das Capacitações, de Amartya Sen, para discutir esta pergunta contextualizada no ambiente rural. Enquanto a abordagem tradicional aponta como pobre o indivíduo que não tem renda, a Abordagem das Capacitações leva em consideração os aspectos qualitativos da vida das pessoas, aquilo que as pessoas são capazes de ser e fazer (funcionamentos). Os resultados mostram diferenças consideráveis entre as duas abordagens. Um delas diz respeito à importância da renda na avaliação do bem-estar (que é bastante diversa nas duas abordagens) e a outra está relacionada com a importância das estruturas multidimensionais avaliadas pela Abordagem das Capacitações. | |
| dc.identifier | doi:10.22004/ag.econ.145976 | |
| dc.identifier | https://ageconsearch.umn.edu/record/145976/files/273.pdf | |
| dc.identifier | http://ageconsearch.umn.edu/record/145976 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/582541 | |
| dc.language | eng | |
| dc.publisher | ||
| dc.source | http://ageconsearch.umn.edu/record/145976 | |
| dc.title | POBREZA RURAL NO BRASIL: DIFERENTES ABORDAGENS GERAM RESULTADOS DIFERENTES? | |
| dc.type | Text |
