Efeito do espaçamento no desenvolvimento do pinhão manso em Nossa Senhora da Glória, SE.
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O pinhão manso (Jatropha curcas L.), também conhecido como pinhão do Paraguai, purgueira, grão-de-maluco, pinhão-de-cerca, medicineira ou pinhão-do-inferno, pertence à família das Euforbiáceas. É um arbusto com porte de dois a três metros de altura, podendo alcançar até cinco metros. Embora caracterizado como uma espécie rústica, capaz de produzir frutos nas mais diferentes condições edafoclimáticas, o pinhão manso apresenta melhor desempenho em solos profundos, bem estruturados e pouco compactados, que permitam o sistema radicular desenvolver-se e explorar um maior volume de solo, satisfazendo a necessidade da planta em água e nutrientes. Devem ser evitados os solos muito argilosos, rasos, com umidade constante, pouco arejados e de difícil drenagem. A espécie é encontrada vegetando desde o nível do mar até 1.200 m de altitude. A produtividade do pinhão manso varia em função da região, do método de cultivo e tratos culturais, bem como da regularidade pluviométrica e fertilidade do solo. atualmente, há poucas pesquisas com essa planta na região Nordeste do Brasil, a qual requer experimentação em campo em diversas áreas, dentre essas se destaca a otimização da densidade e espaçamento. Com o objetivo de avaliar o efeito do espaçamento sobre a produtividade do pinhão manso no semi-árido Nordestino, em condições de sequeiro, um experimento foi implantado no Campo Experimental de Glória, da Embrapa Semi-Árido, no município de Nossa Senhora da Glória, SE, entre as coordenadas 10º13'S, 37º25'13"W e altitude de 291 m.
Palabras clave
Pinhão mando, Desenvolvimento, Nordeste, Sergipe, Nossa Senhora da Glória, Planta oleaginosa, Espaçamento, Jatropha
