Monitoramento de campo vinculado ao sensoriamento remoto: conceitos e orientação geral.

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Resumo: O monitoramento tradicional da Restauração de Ecossistemas é feito através de inventários florestais, viabilizados mediante a coleta de dados em campo. No entanto, o monitoramento através de inventários florestais em larga escala é limitado ao considerar aspectos econômicos e operacionais (ALMEIDA et al., 2019b). Afinal, o custo da coleta de um número de amostras efetivamente representativas da heterogeneidade de grandes áreas de restauração é elevado (VIANI et al., 2018). Nesse contexto, as tecnologias de sensoriamento tornam-se aliadas dos restauradores para monitorar de forma ágil grandes áreas (ALMEIDA et al., 2020b), atuando de forma complementar ao monitoramento realizado em campo. O objetivo deste capítulo é validar e melhorar a qualidade dos dados coletados por Sensoriamento Remoto, que isoladamente não geram diagnóstico completo. Além disso, os dados obtidos em campo combinados com os dados de sensoriamento remoto podem ser utilizados para auxiliar a construção de procedimentos metodológicos de ampliação da escala do monitoramento. Assim, recomendar procedimentos para a coleta de dados que servirão também como referência para trabalhos de P&D envolvendo Sensoriamento Remoto e Restauração de Ecossistemas torna-se fundamental.

Palabras clave

Mata Atlântica, Restauração ecológica, Monitoramento ambiental, Sensoriamento Remoto, Ecological restoration, Forest restoration, Environmental monitoring

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